Luiz Carlos Argolo, presidente da associação de peritos médicos, denunciou um esquema de corrupção no INSS que pode envolver até 6,3 bilhões de reais. Em uma entrevista, ele afirmou que o INSS se tornou um lugar onde entidades desviam benefícios de aposentados sem autorização. Argolo, que tem mais de trinta anos de experiência, disse que já havia visto corrupção antes, mas nada tão grande quanto isso. Ele mencionou que o desvio de recursos é alarmante e que a situação pode piorar, chegando a 8 ou 9 bilhões. Argolo responsabilizou o ministro da Previdência, Carlos Lupi, por permitir esse esquema e afirmou que já o alertou sobre as irregularidades, mas nada foi feito. Ele teve mais de dez reuniões com Lupi para discutir melhorias, mas está preocupado que o governo mantenha o ministro no cargo, mesmo com as denúncias graves.
O presidente da associação de peritos médicos, Luiz Carlos Argolo, denunciou um esquema de corrupção no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que pode chegar a R$ 6,3 bilhões. Em entrevista ao programa “Os Três Poderes”, ele afirmou que o INSS se tornou um “balcão de negócios”, onde entidades e associações desviam benefícios de aposentados sem consentimento.
Argolo, com mais de trinta anos de experiência no serviço público, relatou que já havia encontrado corrupção no órgão, mas nada comparável ao atual esquema. Ele destacou que, além de contratos com empresas de segurança e monitoramento, o desvio de recursos é alarmante. “Estão falando em R$ 6,3 bilhões. Do jeito que as coisas vão, logo logo vão chegar a R$ 8 ou 9 bilhões”, afirmou.
O perito aposentado responsabilizou o ministro da Previdência, Carlos Lupi, por sua anuência ao esquema. Argolo destacou que Lupi indicou o presidente do INSS e que, desde sua posse, ele foi alertado sobre as irregularidades. “Nós avisamos em 2023, e nada mudou. Ao contrário, tomou uma proporção exponencial”, disse.
Durante a entrevista, Argolo revelou que teve mais de dez reuniões com Lupi para discutir melhorias no sistema. Ele expressou preocupação com a possibilidade de que o governo preserve o ministro, mesmo diante das graves denúncias. “Vão aparecer outras coisas. E são tão relevantes quanto essa”, concluiu.
Entre na conversa da comunidade