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Mauro Bergoglio viaja a Roma para funeral do papa Francisco com doação privada

Sobrinho do papa Francisco, Mauro Bergoglio, viajou a Roma para o funeral do tio com passagens doadas, gerando polêmica na comitiva oficial argentina.

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Mauro Bergoglio, sobrinho do papa Francisco, viajou para Roma para o funeral do tio após receber passagens doadas por uma empresária, já que não tinha dinheiro para a viagem. Ele disse que aceitou a ajuda porque era a única forma de se despedir. O governo argentino, liderado pelo presidente Javier Milei, organizou uma comitiva oficial para o evento, mas não incluiu nenhum membro da família Bergoglio, o que gerou polêmica. A irmã de Mauro, Vanesa, expressou sua indignação nas redes sociais, afirmando que a família não busca atenção, mas quer honrar a memória do papa. O secretário de Culto, Nahuel Sotelo, que já está em Roma, disse que ofereceu a viagem a outro sobrinho, José, mas Vanesa contestou essa informação. Mauro, que nunca havia visitado Roma, destacou a importância da viagem para ele. A exclusão da família da delegação oficial gerou críticas e questionamentos sobre a postura do governo.

Mauro Bergoglio, sobrinho do papa Francisco, viajou para Roma para o funeral do tio após receber passagens doadas por uma empresária. Mauro, enfermeiro que reside em Buenos Aires, afirmou não ter condições financeiras para a viagem. “Eu nunca pedi um favor. Me ofereceram e aceitei porque era a única maneira que eu tinha de me despedir”, declarou à Rádio Mitre Argentina.

O governo argentino, liderado pelo presidente Javier Milei, organizou uma comitiva oficial para o funeral, que ocorrerá sob forte esquema de segurança. No entanto, a delegação não incluiu nenhum membro da família Bergoglio, gerando polêmica. A irmã de Mauro, Vanesa Bergoglio, expressou sua indignação nas redes sociais, ressaltando que a família não busca atenção midiática, mas sim honrar a memória do papa. “Meu irmão queria muito estar lá, é nosso último tio”, escreveu.

O secretário de Culto, Nahuel Sotelo, que já está em Roma, afirmou que ofereceu a viagem a Mauro, mas se referia a outro sobrinho, José Bergoglio. Ele alegou que José e sua mãe decidiram não viajar, mas Vanesa contestou a declaração, pedindo respeito pela dor da família. A comitiva oficial partiu para Roma na noite de quinta-feira, composta por seis membros do governo.

Mauro, emocionado, destacou que esta é sua primeira visita a Roma. “Nunca pude vir”, disse, refletindo sobre a importância da viagem para se despedir do tio. A situação gerou críticas à exclusão da família Bergoglio da delegação oficial, com a oposição questionando a postura do governo.

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