O ministro de Transportes, Óscar Puente, foi questionado no Senado sobre o caso Koldo, que investiga irregularidades em contratos públicos, incluindo a contratação de Jésica R., ex-namorada do ex-ministro José Luis Ábalos, que teria recebido salários sem trabalhar. Puente negou conhecer Jésica e foi pressionado pelo senador Francisco Bernabé, que fez acusações de favorecimento e falta de investigação. A discussão ficou tensa, com Puente ameaçando deixar a comissão e o presidente da Mesa, José Manuel Balseiro, tentando controlar a situação. Bernabé apresentou uma foto de Jésica e pediu provas de que Puente a conhecia. O ministro se defendeu, dizendo que não estava sendo investigado e que chegou ao ministério 28 meses após a saída de Ábalos. Ele afirmou que foram revisados 17.200 documentos nas investigações internas e que a responsabilidade de investigar cabe ao Judiciário. A sessão foi suspensa por cinco minutos para acalmar os ânimos, após um embate verbal intenso.
O ministro de Transportes, Óscar Puente, foi interrogado no Senado sobre o caso Koldo, que investiga irregularidades em contratos públicos. Durante a sessão, o senador Francisco Bernabé questionou Puente sobre Jésica R., ex-namorada do ex-ministro José Luis Ábalos, que teria recebido salários sem trabalhar.
Puente negou conhecer Jésica R. e foi pressionado por Bernabé, que insistiu em suas acusações de “enchufes” (favorecimento) e falta de investigação. A tensão aumentou, levando Puente a ameaçar abandonar a comissão, enquanto o presidente da Mesa, José Manuel Balseiro, tentava controlar a situação.
Bernabé apresentou uma foto de Jésica R. e questionou se havia alguma evidência de que Puente a conhecia. O ministro se defendeu, afirmando que não estava sendo investigado e pediu para ser tratado como tal. Ele destacou que chegou ao ministério 28 meses após a saída de Ábalos e não poderia responder por ações de seu antecessor.
A discussão se intensificou, com Bernabé reiterando as acusações e mostrando documentos que supostamente ligavam Jésica a Ábalos. Puente afirmou que foram revisados 17.200 documentos nas investigações internas e que os expedientes de contratação foram enviados ao Senado. Ele ressaltou que a responsabilidade de investigar cabe ao Judiciário.
Após um momento de tumulto, a sessão foi suspensa por cinco minutos para acalmar os ânimos. O interrogatório, que começou de forma respeitosa, acabou se transformando em um embate verbal acirrado, refletindo a gravidade das acusações e a pressão sobre o governo.
Entre na conversa da comunidade