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Norte Energia discute nova barragem no rio Xingu para minimizar conflitos hídricos

Norte Energia propõe novo lago no rio Xingu para reduzir conflitos de água na hidrelétrica Belo Monte, sem afetar terras indígenas.

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A Norte Energia, que cuida da hidrelétrica Belo Monte, anunciou que pretende construir um novo lago no rio Xingu, no Pará. O objetivo é acumular água para evitar conflitos sobre o fluxo durante a estiagem. O presidente da empresa, Paulo Roberto Ribeiro Pinto, afirmou que essa construção não afetará terras indígenas e não aumentará a geração de energia. A ideia é armazenar mais água na época das chuvas para liberar nos meses secos. A proposta surge em meio a uma disputa com o Ibama, que quer um controle mais rigoroso do fluxo de água para proteger a reprodução de peixes, enquanto a Norte Energia acredita que isso prejudica a geração de energia. Ribeiro Pinto mencionou que a discussão sobre o hidrograma, que regula a vazão, está na Justiça e é parte do processo de renovação da licença da usina. A empresa já investiu R$ 48 bilhões na usina, incluindo R$ 8 bilhões em medidas para reduzir impactos. O superintendente de operações, Sandro Deivis dos Santos, disse que os estudos para o novo lago ainda não começaram, mas a proposta está em análise preliminar.

A Norte Energia, responsável pela hidrelétrica Belo Monte, anunciou a proposta de construção de um novo lago no rio Xingu, no Pará. O objetivo é acumular água para reduzir conflitos sobre o fluxo liberado durante a estiagem. A informação foi divulgada pelo presidente da empresa, Paulo Roberto Ribeiro Pinto, durante visita à usina.

O novo lago não afetará terras indígenas e não visa aumentar a capacidade de geração de energia. A ideia é armazenar mais água na estação chuvosa para liberar nos meses secos. Belo Monte, com capacidade instalada de 11,2 mil megawatts (MW), é a maior hidrelétrica do Brasil.

A proposta surge em meio a uma disputa com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sobre o controle do fluxo de água. O Ibama defende um controle mais rigoroso para proteger a reprodução de peixes, enquanto a Norte Energia argumenta que isso prejudica a geração de energia, especialmente em períodos de estiagem.

Ribeiro Pinto destacou que a discussão sobre o hidrograma, que regula a vazão, já está na Justiça e é parte do processo de renovação da licença de operação da usina. Ele afirmou que “mexer no hidrograma é inviabilizar o projeto”, ressaltando a importância da água para a sustentabilidade financeira do empreendimento.

A Norte Energia investiu R$ 48 bilhões na usina, incluindo R$ 8 bilhões em medidas de mitigação de impactos. Apesar das críticas, a empresa defende que Belo Monte é uma usina eficiente em relação à potência instalada por quilômetro alagado.

O superintendente de operações da Norte Energia, Sandro Deivis dos Santos, informou que os estudos para o novo lago ainda não começaram, mas a proposta foi levantada pelo governo e está em fase de análise preliminar.

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