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PGR sugere audiência de conciliação entre Gleisi Hoffmann e deputado Gustavo Gayer

Procuradoria-Geral da República propõe conciliação entre Gleisi Hoffmann e Gustavo Gayer após ofensas nas redes sociais. Ministra pede R$ 30 mil.

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A Procuradoria-Geral da República sugeriu uma audiência de conciliação entre a ministra Gleisi Hoffmann e o deputado Gustavo Gayer, após Gleisi processar Gayer por injúria e difamação. Gayer fez comentários ofensivos nas redes sociais, comparando o presidente Lula a um “cafetão” e questionando se Lula “ofereceria” Gleisi a outros políticos. A PGR destacou que não houve tentativa de reconciliação antes da queixa, como exige a lei. Gleisi pede R$ 30 mil por danos morais, enquanto a defesa de Gayer argumenta que suas declarações foram críticas políticas e que ele tem imunidade parlamentar. Além disso, o ex-senador Lindbergh Farias também processou Gayer, e o Partido dos Trabalhadores pediu a cassação do deputado. O caso está sob a análise do ministro Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) propôs uma audiência de conciliação entre a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO). A sugestão foi feita após Gleisi processar Gayer por injúria e difamação devido a comentários ofensivos nas redes sociais.

Gayer comparou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um “cafetão”, questionando se Lula “ofereceria” Gleisi, sua namorada, aos presidentes do Senado e da Câmara. A declaração ocorreu após Lula afirmar que escolheu uma “mulher bonita” para liderar a articulação política com o Congresso. A PGR argumentou que não houve tentativa de reconciliação antes da queixa, conforme prevê o artigo 520 do Código de Processo Penal (CPP).

Na ação, Gleisi solicita R$ 30 mil por danos morais. A defesa de Gayer alega que suas declarações foram críticas políticas e que ele possui imunidade parlamentar. Os advogados afirmam que as falas refletem a polarização ideológica atual.

Além de Gleisi, o ex-senador Lindbergh Farias também processou Gayer, apresentando ações no Supremo Tribunal Federal (STF) e na PGR. O Partido dos Trabalhadores (PT) acionou o Conselho de Ética da Câmara para solicitar a cassação do deputado. O relator do caso no STF é o ministro Luiz Fux, que decidirá sobre os próximos passos.

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