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Trump propõe mudanças que dificultam acesso a assistência federal em desastres

Proposta do governo Trump pode restringir assistência federal em desastres, afetando comunidades vulneráveis e aumentando a carga sobre os estados.

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O governo dos Estados Unidos, sob Donald Trump, está pensando em mudanças na forma como a assistência federal é dada em desastres. Um novo memorando da FEMA sugere que os critérios para que os estados recebam ajuda sejam muito mais rígidos. Atualmente, o indicador per capita para assistência é de R$ 1,89, e a proposta é aumentar para R$ 7,56, o que significa que os estados precisariam enfrentar danos quatro vezes maiores para conseguir ajuda. Além disso, o governo federal pode reduzir sua participação nos custos de recuperação e limitar quais locais podem receber apoio. Essas mudanças preocupam gestores de emergência, que acreditam que os estados não estão prontos para lidar com esses custos, o que pode prejudicar comunidades em dificuldades. Nos últimos anos, o número de declarações de desastre federal aumentou, mas pedidos de ajuda de estados como Arkansas e Washington foram negados, mesmo após grandes danos. A governadora de Arkansas expressou sua preocupação com a falta de apoio federal após tornados. O memorando também sugere que a participação do governo federal nos custos de recuperação continue em até 75%, mas pode ser menor em desastres menores. Essas propostas podem afetar tanto estados governados por democratas quanto por republicanos, levantando dúvidas sobre a eficácia da FEMA e a responsabilidade dos estados em emergências.

O governo dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, está considerando reformas na gestão de desastres que dificultariam a obtenção de assistência federal por estados afetados por calamidades. Um memorando do administrador interino da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), Cameron Hamilton, sugere aumentar significativamente os critérios para que os estados recebam ajuda, o que pode impactar comunidades vulneráveis.

O documento propõe elevar o indicador per capita (PCI), que atualmente é de R$ 1,89, para R$ 7,56, o que exigiria que as comunidades enfrentassem danos quatro vezes maiores para se qualificarem para assistência federal. Além disso, recomenda-se reduzir a participação do governo federal nos custos de recuperação e limitar os tipos de instalações que podem receber ajuda. Essas mudanças visam reequilibrar o papel da FEMA antes da temporada de furacões de 2025.

A proposta gerou preocupações entre gestores de emergência estaduais. Karina Shagren, do Departamento Militar de Washington, afirmou que um aumento tão drástico no PCI seria um grande desafio em futuras catástrofes. Michael Coen, ex-chefe de gabinete da FEMA, alertou que estados não estão preparados para arcar com esses custos sem aviso prévio, o que poderia deixar comunidades em dificuldades.

As declarações de desastre federal têm aumentado nos últimos anos devido ao aumento da severidade das condições climáticas. Recentemente, o governo negou pedidos de assistência federal de estados como Arkansas e Washington, mesmo após danos significativos. A governadora de Arkansas, Sarah Huckabee Sanders, expressou preocupação com a falta de apoio federal após tornados devastadores.

O memorando também sugere que o governo federal mantenha sua participação nos custos de recuperação em até 75%, o que é padrão, mas pode ser reduzido em situações de desastres menores. As mudanças propostas podem afetar tanto estados governados por democratas quanto por republicanos, levantando questões sobre a eficácia da FEMA e a responsabilidade dos estados em situações de emergência.

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