Fernando Collor de Mello, ex-presidente do Brasil, foi preso na madrugada de 25 de abril de 2025, após decisão do Supremo Tribunal Federal. Ele cumpre uma pena de oito anos e dez meses por corrupção e lavagem de dinheiro, recebendo R$ 20 milhões em propinas da UTC Engenharia. Collor está em uma cela especial no Presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió, Alagoas, que tem seis metros quadrados e é destinada a presos famosos. Ele pode ter mobílias como cama, vaso sanitário, chuveiro e pia, além de cortinas para privacidade, com autorização. A cela dele fica em um módulo separado, que abriga outros presos conhecidos, mas as condições do presídio são ruins, com superlotação de 1.324 detentos em espaços para 892. O STF, por meio do ministro Alexandre de Moraes, determinou a prisão levando em conta a posição de Collor, que, apesar de alegar problemas de saúde, decidiu ficar preso em Alagoas em vez de se apresentar em Brasília.
O ex-presidente Fernando Collor de Mello foi preso na madrugada de 25 de abril de 2025, após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele cumpre pena de oito anos e dez meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recebendo R$ 20 milhões em propinas da UTC Engenharia.
Collor ficará em uma cela especial no Presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió, Alagoas. O espaço tem seis metros quadrados e é destinado a presos com relevância pública. Ele terá acesso a mobílias, como cama de alvenaria, vaso sanitário, chuveiro e pia. Além disso, poderá incluir cortinas para mais privacidade, mediante autorização da direção.
A cela de Collor está localizada em um módulo conhecido como “Vila”, que abriga outros presos famosos, como o advogado João Neto, preso por violência doméstica, e o promotor Carlos Fernando Barbosa de Araújo, condenado por abusos. O espaço é separado das áreas comuns, mas as condições do presídio são consideradas péssimas, com superlotação de 1.324 detentos em locais projetados para 892.
O STF, por meio do ministro Alexandre de Moraes, determinou a prisão de Collor, levando em conta sua condição de ex-presidente. A defesa do ex-presidente argumenta que ele sofre de comorbidades e pede a conversão da pena em prisão domiciliar. No entanto, Collor negou ter doenças e optou por permanecer preso em Alagoas, em vez de se apresentar em Brasília.
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