O governo da Colômbia aumentou a pressão militar contra Iván Mordisco, líder da dissidência das FARC chamada Estado Maior Central. A operação acontece em Miraflores, na Amazônia, com helicópteros sobrevoando a área há quase duas semanas. O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, anunciou uma recompensa de cerca de 1 milhão de dólares por informações que ajudem a capturar Mordisco, que se afastou das negociações de paz com o presidente Gustavo Petro. Até agora, a ofensiva resultou na morte de 12 membros do EMC e na prisão de Robledo, outro líder importante. O governo quer resultados rápidos, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando, e está pressionando grupos que ainda dialogam, como o Estado Maior de Bloques e Frente. A estratégia de paz mudou, pois o governo decidiu não prorrogar o cessar-fogo com o EMBF, mas suspendeu operações militares até 18 de maio para facilitar negociações. Apesar de avanços nas conversas, a situação continua tensa, com o EMBF se fortalecendo em várias regiões. Recentemente, houve uma reunião entre o governo e o EMBF para discutir um plano de recuperação da Amazônia, mas ainda não foi formalizado. O governo espera que essas iniciativas ajudem a criar um caminho para a paz, embora os desafios sejam grandes devido ao aumento da violência na região.
O governo colombiano intensificou a ofensiva militar contra Iván Mordisco, líder da dissidência das FARC conhecida como Estado Maior Central (EMC). A operação ocorre em Miraflores, município na Amazônia, onde helicópteros sobrevoam a área há quase duas semanas. O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, anunciou uma recompensa de R$ 4,45 bilhões (cerca de US$ 1 milhão) por informações que levem à captura de Mordisco, que abandonou as negociações de paz com o governo de Gustavo Petro.
A ofensiva militar já resultou na morte de 12 integrantes do EMC, incluindo El Paisa Duber, comandante do primeiro frente, e na captura de Robledo, outro líder importante. O governo busca resultados rápidos, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando, e pretende pressionar grupos que ainda estão em diálogo, como o Estado Maior de Bloques e Frente (EMBF).
Mudanças na estratégia de paz foram evidentes, com o governo decidindo não prorrogar o cessar-fogo com o EMBF, mas suspendendo operações militares até 18 de maio. Essa pausa visa criar condições para negociações, enquanto o governo espera que o Frente 33, parte do EMBF, se concentre em áreas específicas. Apesar de avanços nas conversas, a situação permanece tensa, com o EMBF se fortalecendo e recuperando controle em várias regiões.
Recentemente, houve uma reunião entre representantes do governo e do EMBF, onde se discutiu um plano para a recuperação da Amazônia. Embora não tenha sido formalizado, o compromisso de trabalhar em conjunto foi destacado. O governo espera que essas iniciativas ajudem a estabelecer um caminho claro para a paz, mas os desafios são significativos, especialmente com o aumento da violência na região.
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