Em março de 2020, Don Andrea Conocchia começou a ajudar mulheres trans em situação de vulnerabilidade em Torvaianica, na Itália, após o fechamento das paróquias por causa da pandemia. Muitas dessas mulheres, que se prostituíam, ficaram sem clientes e sem recursos. Recentemente, três delas, Yuliana, Diana e Marcela, expressaram tristeza pela morte do Papa Francisco e contaram como ele apoiou a comunidade LGBTQ+ durante seu papado. Francisco havia incentivado Marcela a manter a fé, afirmando que todos são iguais aos olhos de Deus. As histórias dessas mulheres incluem experiências de violência e discriminação, como Diana, que foi baleada por um tio, e Marcela, que fugiu da repressão policial. Com o apoio do Vaticano, a paróquia começou a atender suas necessidades, e elas escreveram cartas ao Papa agradecendo pela ajuda. O Papa pediu que todas as mulheres fossem acolhidas. Estima-se que entre sete mil e oito mil migrantes trans que se dedicam à prostituição vivem na Itália, a maioria vinda da América Latina. As mulheres temem que a morte do Papa mude a postura da Igreja em relação à comunidade LGBTQ+ e esperam que o próximo Papa continue o trabalho de acolhimento. Em homenagem ao pontífice, elas planejam celebrar uma missa com Don Andrea.
Em março de 2020, Don Andrea Conocchia começou a ajudar mulheres trans em situação de vulnerabilidade em Torvaianica, na Itália, após o fechamento das paróquias devido à pandemia de Covid-19. Muitas dessas mulheres, que se prostituíam, ficaram sem clientes e sem recursos para se alimentar ou comprar medicamentos.
Recentemente, três dessas mulheres trans, Yuliana, Diana e Marcela, expressaram sua tristeza pela morte do Papa Francisco. Elas relataram como o pontífice apoiou a comunidade LGBTQ+ durante seu papado. Em encontros anteriores, Francisco havia incentivado Marcela a não perder a fé, afirmando que todos são iguais aos olhos de Deus.
As histórias dessas mulheres são marcadas por violência e discriminação. Diana, por exemplo, foi baleada por um tio, enquanto Marcela fugiu da repressão policial e passou três anos em Paris antes de chegar a Roma. Yuliana deixou Bogotá em busca de um ambiente mais acolhedor. A pandemia complicou ainda mais suas vidas, levando-as a buscar ajuda na paróquia de Don Andrea.
Com o apoio do Vaticano, a paróquia começou a atender as necessidades dessas mulheres. Elas escreveram cartas ao Papa agradecendo pela assistência e expressando suas histórias. O Papa, ao saber da situação, pediu que todas as mulheres fossem acolhidas, não apenas quatro delas. Essa ação foi facilitada pela irmã Geneviève Jeanningros, que dedicou sua vida a ajudar pessoas em situação de rua.
Estima-se que entre sete mil e oito mil migrantes trans que se dedicam à prostituição vivem na Itália, a maioria oriunda de países latino-americanos. O Vaticano já apoiava abrigos para mulheres trans na Argentina, mas a ajuda em Roma começou com a iniciativa de Don Andrea.
Agora, as mulheres temem que a morte do Papa possa mudar a postura da Igreja em relação à comunidade LGBTQ+. Elas esperam que o próximo Papa continue o trabalho de acolhimento e apoio iniciado por Francisco. Em homenagem ao pontífice, elas celebrarão uma missa com Don Andrea, reafirmando sua gratidão e lembrando das dificuldades enfrentadas por muitas delas.
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