Após o sepultamento do papa Francisco, a Igreja Católica entra em um luto de nove dias antes da escolha do novo papa, chamada Conclave. A votação deve começar após 5 de maio, mas pode ser antecipada se todos os cardeais estiverem presentes. Atualmente, 135 cardeais podem votar, mas dois, Antonio Cañizares Llovera e Vinko Puljic, não vão comparecer, o que pode afetar o bloco conservador. O Vaticano convocou todos os cardeais, totalizando 252, incluindo oito do Brasil. Na primeira reunião dos cardeais, foi decidido que o cardeal Pietro Parolin presidirá uma missa no segundo dia de luto e que eles visitarão o túmulo do papa Francisco. O Conclave só começará com a presença dos cardeais eleitores, que fazem um juramento de segredo. Para ser eleito, um cardeal precisa de dois terços dos votos, que são secretos. Historicamente, alguns Conclaves foram rápidos, enquanto outros demoraram semanas. A Santa Sé estendeu até 31 de maio as credenciais temporárias para jornalistas que cobrem o Vaticano, e o período de funeral e Conclave vai de 21 de abril a 11 de maio.
Após o sepultamento do papa Francisco, ocorrido no sábado (26), a Igreja Católica inicia um luto de nove dias antes da eleição do novo pontífice, conhecida como Conclave. A votação está prevista para começar após o dia 5 de maio, mas pode ser antecipada se todos os cardeais estiverem presentes no Vaticano.
Atualmente, 135 cardeais estão aptos a votar, embora dois tenham anunciado que não comparecerão. A ausência do cardeal espanhol Antonio Cañizares Llovera e do cardeal bósnio Vinko Puljic pode impactar o bloco conservador na votação. O Vaticano convocou todos os cardeais do mundo para compor o Colégio dos Cardeais, que atualmente conta com 252 religiosos, incluindo oito brasileiros.
Na primeira Congregação Geral dos Cardeais, realizada na terça-feira (22), foi decidido que o cardeal Pietro Parolin presidirá a missa no domingo (27), segundo dia de luto. Os cardeais também farão uma visita ao túmulo do papa Francisco, em Santa Maria Maggiore. A próxima Congregação Geral está agendada para segunda-feira (28).
O início do Conclave depende da presença dos cardeais eleitores no Vaticano. A votação ocorre na Capela Sistina, onde os cardeais fazem um juramento de segredo absoluto. Para ser eleito, um cardeal precisa obter dois terços dos votos, que são secretos e queimados após a contagem. Se o Conclave reunir 133 cardeais, serão necessários pelo menos 89 votos para a eleição.
Historicamente, os Conclaves têm sido rápidos, com os de Francisco, em 2013, e Bento XVI, em 2005, concluídos em apenas dois dias. No entanto, já houve casos em que eleições se estenderam por semanas, como no século 13, quando um Conclave durou mais de dois anos. A Santa Sé prorrogou até 31 de maio as credenciais temporárias de jornalistas que cobrem o Vaticano, e o calendário de imprensa indica o período de funeral e Conclave entre 21 de abril e 11 de maio.
Entre na conversa da comunidade