Um juiz federal da Louisiana questionou a deportação de uma menina de dois anos, cidadã americana, para Honduras, que aconteceu sem um processo legal. O juiz Terry A. Doughty agendou uma audiência para investigar essa situação, após o pai da criança pedir sua custódia. Ele expressou preocupação com a deportação da menina, que foi enviada para Honduras com a mãe, Jenny Carolina Lopez Villela. O juiz destacou que a alegação do governo de que a mãe queria a deportação não é válida, já que o pai queria que a filha ficasse nos Estados Unidos. O juiz afirmou que é ilegal deportar um cidadão americano. A deportação ocorreu depois que a mãe e as filhas foram detidas durante uma consulta de imigração em Nova Orleans. A mãe foi deportada rapidamente, enquanto o pai alegou que ela não tinha o direito de levar a filha para fora do país. A petição apresentada pela guardiã da criança diz que a detenção viola os direitos dela ao devido processo legal. O juiz tentou contatar a mãe, mas soube que ela e as filhas já estavam em Honduras. Até agora, a Casa Branca e o Departamento de Segurança Interna não comentaram sobre o caso.
Um juiz federal da Louisiana questionou a deportação de uma cidadã americana de dois anos para Honduras, ocorrida sem processo legal. O juiz Terry A. Doughty agendou uma audiência para investigar a legalidade da ação, após o pai da criança solicitar sua custódia.
Na ordem emitida, Doughty expressou preocupação com a deportação da criança, identificada apenas como V.M.L., que foi enviada para Honduras com sua mãe, Jenny Carolina Lopez Villela. O juiz destacou que a alegação do governo de que a mãe desejava a deportação não é suficiente, já que o pai havia solicitado a permanência da filha nos Estados Unidos.
O caso de V.M.L. é um dos vários desafios legais enfrentados pelo governo Trump em relação às deportações. O juiz Doughty afirmou que “é ilegal e inconstitucional deportar” um cidadão americano. A audiência está marcada para o dia dezesseis de maio.
A deportação ocorreu após a mãe e as filhas serem detidas durante uma consulta de imigração em Nova Orleans. Lopez Villela foi submetida a uma deportação rápida, enquanto o pai alegou que a mãe não tinha o direito de levar a filha, uma cidadã americana, para fora do país.
A petição apresentada pela guardiã da criança argumenta que a detenção de V.M.L. viola seus direitos ao devido processo legal. O juiz Doughty tentou contatar Lopez Villela para esclarecer a situação, mas foi informado que ela e as filhas já haviam sido liberadas em Honduras. A Casa Branca e o Departamento de Segurança Interna não comentaram sobre o caso até o momento.
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