Um juiz de Luisiana questionou a deportação de uma criança de dois anos, cidadã americana, e sua mãe para Honduras após uma consulta com o ICE. O juiz Terry Doughty considerou a deportação inconstitucional, mas a mãe e as filhas já estavam a caminho de Honduras quando a ordem de liberação foi dada. A mãe, Jenny Carolina Lopez Villela, e suas filhas foram detidas durante a consulta. O pai da criança alegou que houve interferência da imigração e fez uma petição de emergência após saber da deportação. A criança nasceu em Baton Rouge e é cidadã dos Estados Unidos. O juiz Doughty disse que é ilegal deportar um cidadão americano e tentou contatar a mãe para discutir a custódia, mas não conseguiu, pois elas já estavam em um voo. Os advogados do governo afirmaram que a mãe queria levar a filha, mas o pai contradisse isso, dizendo que ouviu as mulheres chorando. O governo dos Estados Unidos ainda não comentou a decisão do juiz.
Um juiz distrital de Luisiana questionou a deportação de uma criança de dois anos e sua mãe para Honduras após uma consulta com o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE). O juiz Terry Doughty considerou a deportação inconstitucional, mas a mãe e as filhas já estavam a caminho de Honduras quando a ordem de liberação foi emitida.
A deportação ocorreu após a mãe, identificada como Jenny Carolina Lopez Villela, e suas filhas serem detidas durante uma consulta de rotina. O pai da criança, que não teve o nome revelado, alegou que houve interferência da imigração. Ele apresentou uma petição de emergência na quinta-feira, 24 de abril, após saber da deportação.
A criança, nascida em Baton Rouge em 4 de janeiro de 2023, é cidadã americana. O juiz Doughty afirmou que é ilegal e inconstitucional deportar um cidadão dos Estados Unidos. Ele tentou contatar Lopez Villela para discutir a custódia da criança, mas não obteve sucesso, pois elas já estavam em um voo para Honduras.
Os advogados do Departamento de Justiça argumentaram que a mãe havia manifestado o desejo de levar a filha com ela. A petição apresentada pelo pai contradiz essa afirmação, alegando que ele ouviu a mãe e as crianças chorando durante a conversa. O governo dos Estados Unidos ainda não se pronunciou sobre a decisão do juiz.
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