Ken Griffin, fundador da Citadel, criticou a política comercial do governo Trump em um discurso na Universidade de Stanford. Ele afirmou que os empregos na indústria não voltarão para os Estados Unidos e que o país deve se concentrar em suas forças, como a propriedade intelectual, em vez de tentar se igualar à China. Griffin elogiou a intenção de Trump de dar dignidade aos trabalhadores, mas disse que o sonho de criar mais empregos na indústria não se realizará. Com a taxa de desemprego em 4%, ele acredita que os EUA já avançaram. Ele também comentou que a guerra comercial é sem sentido e prejudica a imagem global do país. Griffin criticou a mentalidade transacional do governo e defendeu que os EUA devem focar em inovações e criação de conteúdo, em vez de tentar recuperar empregos em fábricas que estão se automatizando. Ele mencionou uma conversa com um funcionário chinês que questionou a lógica de promover empregos de baixo salário nos EUA. Como um importante doador do partido republicano, Griffin reconheceu que o país não ajudou aqueles que perderam empregos por causa da globalização e alertou que a inteligência artificial pode afetar também trabalhadores de colarinho branco. Ele concluiu que os EUA se beneficiaram mais da globalização do que a China e que a guerra comercial prejudicou as relações do país com o resto do mundo, sugerindo que a suspensão das tarifas poderia ajudar a pensar em como criar empregos e dignidade para os afetados pela globalização.
Ken Griffin, fundador da Citadel, criticou a política comercial do governo Trump em discurso na Universidade de Stanford, afirmando que os empregos manufatureiros não retornarão aos Estados Unidos. Griffin destacou que o país deve focar em suas forças, como a propriedade intelectual, ao invés de tentar se assemelhar à China.
Durante sua fala, o bilionário elogiou o desejo de Trump de devolver dignidade aos trabalhadores, mas afirmou que o sonho de criar mais empregos na indústria não se concretizará. Ele observou que, com a taxa de desemprego em quatro por cento, os Estados Unidos já avançaram. Griffin também mencionou que a guerra comercial se tornou um “lugar sem sentido”, colocando em risco a marca global do país.
Griffin argumentou que a mentalidade transacional do governo é prejudicial e que os EUA deveriam se concentrar em inovações e criação de conteúdo, em vez de tentar recuperar empregos em fábricas que estão se automatizando rapidamente. Ele citou uma conversa com um funcionário do governo chinês, que questionou a lógica de promover empregos de baixo salário nos EUA.
O bilionário, que é um importante doador do partido republicano, reconheceu que o país falhou em apoiar aqueles que perderam empregos devido à globalização. Ele também alertou que a ascensão da inteligência artificial pode afetar trabalhadores de colarinho branco, ressaltando a necessidade de ajuda para essa população.
Griffin concluiu que os Estados Unidos se beneficiaram mais da globalização do que a China e que a guerra comercial prejudicou as relações do país com o mundo. Ele comentou sobre a suspensão das tarifas pelo governo Trump, sugerindo que isso poderia permitir uma reflexão sobre como criar empregos e dignidade para os afetados pela globalização.
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