O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, defendeu a intimação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que ocorreu enquanto ele estava internado em uma UTI. Mendes disse que a intimação não atrapalha a recuperação de Bolsonaro e que ele já havia dado entrevistas antes de ser intimado. Essa posição do governador é diferente da reação de muitos apoiadores de Bolsonaro, que acharam a ação desrespeitosa. O STF informou que outros réus foram citados na mesma ação e que a realização de uma live por Bolsonaro um dia antes da intimação indicava que ele poderia ser chamado. Mendes, que apoiou Bolsonaro nas eleições de 2022, adotou um tom mais moderado e se alinhou ao STF, buscando manter diálogo com o governo federal após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Recentemente, ele participou de um ato em São Paulo, onde Bolsonaro pediu anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), defendeu a intimação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizada por um oficial de Justiça do Supremo Tribunal Federal (STF) enquanto Bolsonaro estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Mendes afirmou que a intimação não interfere na recuperação do ex-presidente.
Durante uma coletiva de imprensa, Mendes declarou: “Acho que a intimação pode ser feita. Ele deu entrevista lá, recebeu a intimação. Não atrapalha o processo de recuperação.” A posição do governador contrasta com a indignação expressa por muitos apoiadores de Bolsonaro, que consideraram a ação desrespeitosa.
O STF informou que outros réus na mesma ação foram citados entre os dias 11 e 15 de abril. A Corte destacou que a realização de uma live pelo ex-presidente no dia anterior à intimação indicava a possibilidade de que ele fosse citado. Mendes, que já havia apoiado Bolsonaro nas eleições de 2022, adotou um tom moderado em relação ao episódio, alinhando-se à posição do STF.
Após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mendes buscou manter um diálogo com o governo federal, sem romper completamente com o bolsonarismo. Recentemente, ele participou de um ato em São Paulo, onde Bolsonaro pediu anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.
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