O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, foi avisado sobre fraudes nos descontos de benefícios do INSS há um ano, mas não tomou medidas imediatas. O assunto foi discutido em uma reunião do Conselho Nacional de Previdência Social em junho de 2023, mas a proposta de ação não foi aprovada. Lupi reconheceu a importância do tema, mas pediu mais informações antes de agir, e a questão só foi debatida em abril de 2024. Uma auditoria do INSS revelou R$ 6,3 bilhões em descontos indevidos entre 2019 e 2024, com R$ 2 bilhões já apreendidos. O presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, renunciou em meio a essa crise. Ele havia assumido o cargo em julho de 2023, quando havia 1,7 milhão de pedidos de benefícios, número que subiu para 2 milhões em dezembro. As investigações, feitas pela Controladoria-Geral da União e pela Polícia Federal, estão analisando a legalidade dos descontos. A operação “Sem Desconto” encontrou irregularidades e está preparando um plano para devolver o dinheiro aos beneficiários prejudicados. A situação trouxe uma nova crise para o governo, mostrando a necessidade de agir mais rápido diante de denúncias de fraudes.
O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, foi alertado sobre fraudes nos descontos de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) há um ano, mas não tomou medidas imediatas. A questão foi levantada em uma reunião do Conselho Nacional de Previdência Social em junho de 2023, conforme documento divulgado pela TV Globo.
A representante do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), Tonia Galleti, solicitou a inclusão do tema na pauta, mas a proposta não foi aprovada. Lupi reconheceu a relevância do pedido, mas alegou a necessidade de um levantamento mais detalhado antes de agir. O assunto só foi discutido em abril de 2024.
Uma auditoria do INSS revelou R$ 6,3 bilhões em descontos previdenciários entre 2019 e 2024, com R$ 2 bilhões já apreendidos. O presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, renunciou ao cargo em meio à crise. Ele havia assumido a presidência em julho de 2023, quando a fila de pedidos de benefícios era de 1,7 milhão e aumentou para 2 milhões em dezembro do mesmo ano.
As investigações, conduzidas pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pela Polícia Federal, apuram a legalidade dos descontos. A operação “Sem Desconto” identificou irregularidades e está elaborando um plano para ressarcir os beneficiários afetados. A situação gerou uma nova crise no governo, evidenciando a necessidade de uma resposta mais ágil às denúncias de fraudes.
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