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Papa Francisco reforma Constituição do Vaticano para atender necessidades atuais

Papa Francisco reformou a Constituição do Vaticano, incluindo leigos na administração e promovendo maior transparência financeira.

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O papa Francisco faleceu na última segunda-feira. Dois anos antes, ele fez mudanças importantes na Lei Fundamental e na Constituição do Vaticano, que foram atualizadas em junho de 2023. Essas alterações substituíram a versão de 2000 e reafirmaram a autoridade do papa, além de garantir a autonomia do sistema jurídico do Vaticano. Francisco disse que a atualização era necessária para manter a independência da Santa Sé no mundo. A nova Constituição também incluiu leigos, incluindo mulheres, na Comissão Pontifícia, que agora tem funções executivas e consultivas. Além disso, a nova legislação traz regras financeiras mais rigorosas, com um orçamento trienal que deve ser claro e equilibrado, e que será auditado. Essas reformas fazem parte das mudanças que Francisco implementou desde que se tornou papa em 2013, buscando mais transparência e participação na administração da Igreja.

O papa Francisco, que faleceu na última segunda-feira, emitiu uma nova Lei Fundamental e reformou a Constituição do Vaticano dois anos antes de sua morte. As mudanças, que visam atender às necessidades contemporâneas, foram implementadas em junho de 2023 e substituíram a versão de 2000, que estava em vigor desde o pontificado de João Paulo II.

A nova Constituição reafirma a plena autoridade do papa e a autonomia do sistema jurídico da Cidade do Vaticano. Francisco destacou que a atualização era necessária para garantir a independência e soberania da Santa Sé no cenário internacional. A reforma também incluiu a inclusão de leigos, incluindo mulheres, na Comissão Pontifícia, que agora tem funções executivas e consultivas.

Além disso, a nova legislação estabelece uma regulamentação financeira mais rigorosa. O orçamento trienal, que deve seguir princípios de clareza, equilíbrio e justiça, será sujeito a auditorias. O presidente da Comissão pode, por decreto, realizar transferências de recursos para manter o equilíbrio financeiro.

Essas mudanças fazem parte das numerosas reformas promovidas por Francisco ao longo de seu pontificado, que começou em 2013. A inclusão de leigos na administração do Vaticano representa um passo significativo em direção à maior transparência e participação na governança da Igreja.

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