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Polícia Civil investiga esquema de venda ilegal de terrenos em Itaituba, Pará

Polícia Civil investiga esquema de venda ilegal de terrenos em Itaituba, com prejuízos superiores a R$ 1 milhão. Operação já afastou dois fiscais.

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A Polícia Civil iniciou a Operação Terra de Lei em Itaituba, Pará, para investigar fraudes na Secretaria de Tributação, envolvendo a venda ilegal de terrenos que causaram prejuízos de mais de R$ 1 milhão. Durante a operação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois fiscais foram afastados. A investigação, que já dura sete meses, descobriu que imóveis de pessoas falecidas estavam sendo transferidos e que documentos falsificados eram usados. Os fiscais suspeitos teriam inserido informações falsas no sistema da prefeitura, permitindo a venda de propriedades que deveriam ser herdadas por familiares. Até agora, foram identificadas pelo menos quatro vendas de terrenos, e a Justiça bloqueou os bens dos investigados, mas ninguém foi preso até o momento. A denúncia inicial foi feita em 2024 e, embora haja suspeitas de outros envolvidos, a participação de membros do governo municipal foi descartada. A polícia continua a investigar para identificar todos os responsáveis.

A Polícia Civil deflagrou a Operação Terra de Lei nesta sexta-feira (25) em Itaituba, Pará, para investigar fraudes na Secretaria de Tributação. As ações ilegais, que envolvem a venda de terrenos, causaram prejuízos superiores a R$ 1 milhão.

Durante a operação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois fiscais foram afastados. A investigação, que já dura sete meses, revelou a transferência de imóveis de pessoas falecidas e o uso de documentos falsificados. Segundo o delegado da 19ª Seccional de Polícia Civil, Pedro Victor, os fiscais são suspeitos de inserir informações fraudulentas no sistema oficial do município.

O esquema permitiu a venda de propriedades que deveriam ser herdadas por familiares legítimos. Até o momento, foram identificadas pelo menos quatro vendas de terrenos. A Justiça já determinou o bloqueio dos bens dos investigados, mas ninguém foi preso até agora.

A denúncia inicial foi registrada em 2024 e, embora haja indícios de que outras pessoas possam estar envolvidas, o envolvimento direto de membros do governo municipal foi descartado. A polícia continua a apurar os detalhes do caso e busca identificar todos os responsáveis.

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