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Servidores do Ministério da Cultura anunciam greve por reestruturação da carreira

Servidores do Ministério da Cultura iniciam greve por tempo indeterminado, exigindo reestruturação de carreira e melhores condições de trabalho.

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Servidores do Ministério da Cultura decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira, 28 de março, por falta de respostas do Ministério da Gestão e Inovação sobre suas demandas, como a reestruturação da carreira. A greve foi aprovada em várias regiões, incluindo o Distrito Federal e 13 estados. Os servidores pedem valorização profissional e um plano de carreira. Ruth Vaz Costa, da Condsef, disse que a paralisação é uma resposta à falta de negociação do MGI. O Ministério da Cultura reconheceu as reivindicações e afirmou que está trabalhando em um plano de carreira. A proposta de reestruturação foi apresentada em agosto do ano passado, mas as reuniões para discutir o assunto foram adiadas. Os servidores também mencionam a redução de 36,6% na força de trabalho do ministério entre 2014 e 2023, o que aumentou a carga de trabalho. Atualmente, um servidor no topo da carreira ganha R$ 9.728, enquanto profissionais de outras áreas, como o DNIT, podem receber até R$ 21.886.

Servidores do Ministério da Cultura (MinC) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira, 28 de março. A decisão foi tomada devido à falta de respostas do Ministério da Gestão e Inovação sobre demandas, incluindo a reestruturação da carreira.

A greve foi aprovada em várias regiões, incluindo o Distrito Federal e pelo menos 13 estados. Os servidores reivindicam a valorização profissional e a criação de um plano de carreira. Ruth Vaz Costa, da Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef), afirmou que a paralisação é uma resposta à inércia do MGI nas negociações. “O MGI tem virado as costas para a Cultura”, disse.

Em nota, o MinC reconheceu as reivindicações e afirmou que está trabalhando em conjunto com o MGI para desenvolver um plano de carreira. A proposta de reestruturação foi apresentada pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, à ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, em agosto do ano passado. Desde então, seis reuniões foram agendadas, mas adiadas.

Os servidores também destacam a redução de 36,6% na força de trabalho do ministério entre 2014 e 2023, o que contribui para a sobrecarga de trabalho. Em comparação, a média de redução no setor público federal foi de 7,8% no mesmo período. Atualmente, um servidor em topo de carreira recebe R$ 9.728, enquanto profissionais de outras áreas, como o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), têm salários que chegam a R$ 21.886.

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