Fernando Collor de Mello continua preso após o Supremo Tribunal Federal rejeitar os recursos de sua defesa. Ele foi condenado a oito anos e dez meses de prisão por corrupção relacionada a contratos da BR Distribuidora. No dia 26 de abril, o ministro Gilmar Mendes retirou um pedido que poderia atrasar o julgamento da prisão, que agora volta ao plenário virtual do STF, onde a maioria dos ministros já se posicionou a favor da manutenção da detenção. O julgamento será retomado em 28 de abril. Collor foi preso em 25 de abril em Maceió, Alagoas, após a rejeição de um recurso que questionava a pena. Ele é acusado de ter recebido 20 milhões de reais de empresários para facilitar contratos da BR Distribuidora. Atualmente, Collor está em uma cela individual no Presídio Baldomero Cavalcanti de Oliveira, devido ao seu status de ex-presidente.
O ex-presidente Fernando Collor de Mello permanece preso após o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitar recursos de sua defesa. A detenção, relacionada a um esquema de corrupção na BR Distribuidora, foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que fixou a pena em oito anos e dez meses.
Neste sábado, 26 de abril, o ministro Gilmar Mendes retirou o pedido de destaque no julgamento do referendo da prisão de Collor. Com isso, o caso retorna ao plenário virtual do STF, onde a maioria dos ministros já votou pela manutenção da detenção. O julgamento será retomado na segunda-feira, 28 de abril, e a análise se estenderá até às 23h59.
Collor foi preso na madrugada de 25 de abril em Maceió, Alagoas. A decisão de Moraes ocorreu após a rejeição de um segundo recurso da defesa, que alegava que a pena não correspondia ao voto médio do Plenário. O relator foi apoiado por outros ministros, incluindo Flávio Dino e Edson Fachin.
O esquema de corrupção envolveu o recebimento de R$ 20 milhões por Collor, em conluio com empresários, para facilitar contratos da BR Distribuidora com a UTC Engenharia. O STF já havia negado recursos anteriores que contestavam a dosimetria da pena, afirmando que a divergência não justificava novos embargos.
Atualmente, Collor está na Ala Especial do Presídio Baldomero Cavalcanti de Oliveira, em cela individual, devido ao seu status de ex-presidente.
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