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Fernando Collor é preso após condenação por corrupção na Lava Jato e lavagem de dinheiro

Fernando Collor de Mello, ex-presidente do Brasil, foi preso na madrugada de 25 de abril de 2025, em Maceió, após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitar os últimos recursos de sua defesa. Condenado a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Collor foi detido enquanto tentava embarcar para Brasília, onde planejava se entregar à Polícia Federal. A condenação de Collor, ocorrida em 2023, está relacionada a um esquema de corrupção na BR Distribuidora, onde ele teria recebido R$ 20 milhões para facilitar contratos com a UTC Engenharia. O ex-presidente, que já havia enfrentado um processo de impeachment em 1992, se torna o terceiro ex-presidente a ser preso desde a redemocratização, em um desdobramento da Operação Lava Jato. Após a prisão, Collor foi levado para uma cela especial no presídio Baldomero Cavalcanti, onde permanecerá em regime fechado. Sua defesa solicitou a conversão da pena para prisão domiciliar, alegando problemas de saúde, como Doença de Parkinson e transtorno bipolar, mas essa solicitação ainda será analisada pelo STF. O caso de Collor levanta questões sobre a aplicação da justiça no Brasil, especialmente em relação à Lava Jato, que já resultou em anulações de processos contra outros políticos, como Luiz Inácio Lula da Silva. A prisão de Collor ocorre em um momento em que o STF revisita suas decisões sobre a operação, criando um cenário de incerteza para outros réus. A decisão de Moraes foi submetida ao plenário do STF, que já conta com maioria de votos favoráveis à manutenção da prisão, mas o julgamento foi suspenso por um pedido de destaque do ministro Gilmar Mendes, que transferiu a análise para o plenário físico. A data para essa sessão ainda será definida. A prisão de Collor reacende debates sobre a corrupção na política brasileira e a eficácia das investigações da Lava Jato, além de provocar reações diversas entre políticos e a sociedade.

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Fernando Collor de Mello, ex-presidente do Brasil, foi preso na madrugada de 25 de abril de 2025, em Maceió, após o ministro Alexandre de Moraes rejeitar os últimos recursos de sua defesa. Ele foi condenado a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um caso envolvendo a BR Distribuidora. A prisão ocorreu quando Collor tentava embarcar para Brasília, onde se apresentaria à Polícia Federal. Ele é o terceiro ex-presidente a ser preso desde a redemocratização. O STF afirmou que ele recebeu R$ 20 milhões em propinas para facilitar contratos irregulares entre a BR Distribuidora e a UTC Engenharia. Após a detenção, Collor foi levado para a Superintendência da Polícia Federal e, em seguida, transferido para o presídio Baldomero Cavalcanti, onde ficará em uma cela especial. A defesa pediu a conversão da pena para prisão domiciliar devido a problemas de saúde, mas o ministro Moraes pediu informações sobre as condições de tratamento no presídio. O julgamento da prisão de Collor está em andamento no STF, com seis votos já a favor da manutenção da prisão.

Fernando Collor de Mello, ex-presidente do Brasil, foi preso na madrugada desta sexta-feira (25) em Maceió, Alagoas. A detenção ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitar os últimos recursos da defesa do político. Collor foi condenado a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um caso relacionado à BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.

A prisão foi executada por volta das 4h, quando Collor tentava embarcar para Brasília, onde se apresentaria à Polícia Federal. O ex-presidente, que já havia sido alvo de um processo de impeachment em 1992, agora se torna o terceiro ex-presidente a ser preso desde a redemocratização. O STF considerou que Collor recebeu R$ 20 milhões em propinas para facilitar contratos irregulares entre a BR Distribuidora e a UTC Engenharia entre 2010 e 2014.

Após a prisão, Collor foi levado à Superintendência da Polícia Federal em Alagoas e, posteriormente, transferido para o presídio Baldomero Cavalcanti, onde cumprirá pena em uma cela especial. A defesa do ex-presidente solicitou a conversão da pena para prisão domiciliar, alegando problemas de saúde, como Doença de Parkinson e transtorno bipolar. Moraes determinou que a direção do presídio informe se há condições adequadas para o tratamento de saúde de Collor.

O julgamento da decisão de prisão de Collor foi iniciado no plenário virtual do STF, onde já há seis votos pela manutenção da prisão. No entanto, o ministro Gilmar Mendes pediu destaque, o que transferiu o caso para análise no plenário físico, com data ainda a ser definida. A prisão de Collor reacende discussões sobre a Lava Jato e suas implicações na política brasileira.

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