Fernando Collor de Mello, ex-presidente do Brasil, foi preso na madrugada de 25 de abril de 2025, em Maceió, após o ministro Alexandre de Moraes rejeitar os últimos recursos de sua defesa. Ele foi condenado a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um caso envolvendo a BR Distribuidora. A prisão ocorreu quando Collor tentava embarcar para Brasília, onde se apresentaria à Polícia Federal. Ele é o terceiro ex-presidente a ser preso desde a redemocratização. O STF afirmou que ele recebeu R$ 20 milhões em propinas para facilitar contratos irregulares entre a BR Distribuidora e a UTC Engenharia. Após a detenção, Collor foi levado para a Superintendência da Polícia Federal e, em seguida, transferido para o presídio Baldomero Cavalcanti, onde ficará em uma cela especial. A defesa pediu a conversão da pena para prisão domiciliar devido a problemas de saúde, mas o ministro Moraes pediu informações sobre as condições de tratamento no presídio. O julgamento da prisão de Collor está em andamento no STF, com seis votos já a favor da manutenção da prisão.
Fernando Collor de Mello, ex-presidente do Brasil, foi preso na madrugada desta sexta-feira (25) em Maceió, Alagoas. A detenção ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitar os últimos recursos da defesa do político. Collor foi condenado a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um caso relacionado à BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.
A prisão foi executada por volta das 4h, quando Collor tentava embarcar para Brasília, onde se apresentaria à Polícia Federal. O ex-presidente, que já havia sido alvo de um processo de impeachment em 1992, agora se torna o terceiro ex-presidente a ser preso desde a redemocratização. O STF considerou que Collor recebeu R$ 20 milhões em propinas para facilitar contratos irregulares entre a BR Distribuidora e a UTC Engenharia entre 2010 e 2014.
Após a prisão, Collor foi levado à Superintendência da Polícia Federal em Alagoas e, posteriormente, transferido para o presídio Baldomero Cavalcanti, onde cumprirá pena em uma cela especial. A defesa do ex-presidente solicitou a conversão da pena para prisão domiciliar, alegando problemas de saúde, como Doença de Parkinson e transtorno bipolar. Moraes determinou que a direção do presídio informe se há condições adequadas para o tratamento de saúde de Collor.
O julgamento da decisão de prisão de Collor foi iniciado no plenário virtual do STF, onde já há seis votos pela manutenção da prisão. No entanto, o ministro Gilmar Mendes pediu destaque, o que transferiu o caso para análise no plenário físico, com data ainda a ser definida. A prisão de Collor reacende discussões sobre a Lava Jato e suas implicações na política brasileira.
Entre na conversa da comunidade