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Menina nascida nos EUA é deportada com mãe para Honduras em caso polêmico

Juiz federal critica deportação de cidadã americana de dois anos e sua mãe para Honduras, destacando falta de devido processo. Audiência será em breve.

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Uma menina de dois anos, que é cidadã americana, e sua mãe foram deportadas para Honduras pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos. O juiz federal Terry Doughty, da Louisiana, expressou preocupação com a falta de devido processo nesse caso. Ele afirmou que a lei proíbe a deportação de cidadãos dos EUA e indicou que a criança pode ter sido deportada sem seguir os procedimentos legais corretos. A administração Trump defende que a deportação aconteceu a pedido da mãe, que não tinha documentos válidos. A menina, chamada V.M.L., e sua mãe, Jenny Carolina López Villela, foram detidas pelo ICE. O caso ocorre em um momento em que há uma disputa legal sobre uma ordem executiva de Trump que tenta acabar com a cidadania por direito de nascença. Embora tribunais tenham bloqueado essa medida, o Supremo Tribunal deve analisá-la em 15 de maio, um dia antes da audiência sobre a deportação da menina. A presidente de Honduras, Xiomara Castro, ofereceu apoio à mãe, e os advogados do pai da criança entraram com uma ação judicial pedindo sua libertação.

O Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) dos Estados Unidos deportou uma menina de dois anos, cidadã americana, e sua mãe para Honduras. O juiz federal Terry Doughty, do estado da Louisiana, expressou preocupação com a falta de devido processo no caso. A audiência sobre a deportação está agendada para 16 de maio.

O juiz Doughty afirmou que a lei proíbe a deportação de cidadãos norte-americanos. Em um documento judicial, ele destacou a “forte suspeita” de que o governo deportou a criança sem seguir os procedimentos legais adequados. A administração Trump, por sua vez, argumenta que a deportação ocorreu a pedido da mãe, que não possuía documentação válida.

A menina, identificada como V.M.L., foi deportada junto com a mãe, originária de Honduras, após serem detidas pelo ICE. O caso surge em meio a uma disputa legal sobre uma ordem executiva de Trump que visa abolir a cidadania por direito de nascença nos EUA. Embora tribunais distritais tenham bloqueado a medida, o Supremo Tribunal analisará a questão em 15 de maio, um dia antes da audiência do caso da menina.

A presidente de Honduras, Xiomara Castro, manifestou apoio à mãe da criança, oferecendo assistência nas decisões que ela tomar. Os advogados do pai da menina apresentaram uma ação judicial solicitando sua libertação. A identidade da mãe é Jenny Carolina López Villela.

Este incidente é parte de uma série de contestações às políticas de imigração da administração Trump, que têm sido alvo de críticas por deportações em massa de migrantes.

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