A Agência Nacional de Mineração (ANM) está sendo criticada pela demora na análise de pedidos de exploração mineral no Amazonas. Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que a ANM pode levar até 1.400 dias, quase quatro anos, para finalizar esses processos. A auditoria de 2023 revelou que 44% dos pedidos não tinham a Declaração de Investimento em Pesquisa Mineral, um documento importante que ajuda no planejamento de políticas públicas e na criação de um banco de dados sobre investimentos na mineração. A CGU afirma que essa lentidão e a falta de documentação dificultam o trabalho da ANM, que deveria promover o uso responsável dos recursos minerais, prejudicando a geração de riqueza e o bem-estar da população.
A Agência Nacional de Mineração (ANM) enfrenta críticas por sua lentidão na análise de pedidos de exploração minerária no Amazonas. Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) aponta que a ANM leva até 1.400 dias, quase quatro anos, para concluir esses processos.
A auditoria, realizada em 2023, revelou que 44% dos pedidos analisados não apresentavam a Declaração de Investimento em Pesquisa Mineral (Dipem). A falta dessa documentação compromete o planejamento de políticas públicas e a criação de um banco de dados sobre investimentos na área mineral.
A CGU destaca que a morosidade e a irregularidade na entrega da Dipem dificultam o cumprimento da missão da ANM, que é promover o uso racional dos recursos minerais. O relatório enfatiza que essa situação prejudica a geração de riquezas e o bem-estar da sociedade.
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