Os asilados políticos na embaixada da Argentina em Caracas, que estão sob proteção do Brasil, enviaram uma carta ao presidente Lula pedindo uma solução urgente para sua situação. Eles estão na embaixada há mais de quatrocentos dias e enfrentam falta de água e eletricidade, além de ameaças constantes. Desde que os diplomatas argentinos foram expulsos em agosto de 2024, a embaixada é administrada pelo Brasil. No documento, os asilados afirmam que o governo brasileiro não está fazendo o suficiente para resolver a situação rapidamente, o que coloca suas vidas em risco. Eles pedem que o Brasil pressione pela emissão de salvo-condutos para que possam deixar a Venezuela. Os asilados descrevem as condições como uma “prisão” e alertam que a demora na resolução afeta a imagem do Brasil como defensor dos direitos humanos. Eles pedem a Lula que atue com urgência para garantir sua saída segura, enquanto a pressão internacional sobre o governo venezuelano aumenta.
Os asilados políticos na embaixada da Argentina em Caracas, sob proteção do Brasil, enviaram uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira, 28, solicitando uma solução urgente para sua situação. Eles estão na missão diplomática há mais de quatrocentos dias, enfrentando falta de água e eletricidade, além de constantes ameaças.
Desde a expulsão dos diplomatas argentinos em agosto de 2024, a embaixada está sob responsabilidade do Brasil. No documento, os asilados afirmam que o governo brasileiro não tem exigido uma solução diplomática de forma clara e rápida, o que coloca suas vidas em risco. Eles pedem que o Brasil pressione pela emissão de salvo-condutos para que possam deixar a Venezuela.
Os asilados descrevem as condições no local como uma “prisão”, destacando o agravamento de suas condições físicas e emocionais. A carta enfatiza que a demora na resolução de sua situação compromete a credibilidade do Brasil como defensor dos direitos humanos. “Hoje, a bandeira do Brasil é humilhada, assim como nós somos humilhados diariamente”, afirmam.
O apelo é para que Lula atue “com firmeza e urgência” para garantir a saída segura dos asilados. A situação deles continua a ser monitorada, enquanto a pressão internacional sobre o governo venezuelano aumenta.
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