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Crianças cidadãs dos EUA são deportadas para Honduras sem cuidados médicos essenciais

Três crianças cidadãs americanas foram deportadas para Honduras, incluindo uma com câncer, em ação controversa do ICE. Direitos humanos em risco.

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Três crianças cidadãs americanas foram deportadas para Honduras com suas mães na semana passada, incluindo uma menina de quatro anos que estava em tratamento para câncer e não teve acesso a medicamentos. A deportação aconteceu rapidamente, em menos de 24 horas, após a família ser detida durante uma consulta de rotina com o ICE na Louisiana. A mãe, que vivia nos EUA há mais de dez anos sem status legal, não pôde ter a presença de sua advogada. Outra família também foi deportada, incluindo uma mulher grávida e seu filho de dois anos, apesar de um juiz ter agendado uma audiência sobre a deportação da criança. A ACLU criticou a falta de comunicação do ICE, que manteve as famílias incomunicáveis em momentos críticos, e destacou que deportar crianças cidadãs é ilegal e imoral. Advogados expressaram preocupação com a rapidez e a brutalidade das deportações.

Três crianças cidadãs dos Estados Unidos foram deportadas para Honduras com suas mães na semana passada, incluindo uma de quatro anos que estava em tratamento para câncer. A deportação ocorreu sem que a criança tivesse acesso a medicamentos ou consultas médicas, apesar de o Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) ter sido informado sobre suas necessidades.

A denúncia foi feita pela União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), que detalhou que a família foi detida durante uma reunião de rotina com autoridades de imigração na Louisiana. A mãe, que vivia nos EUA há mais de dez anos, não tinha status legal e levou os filhos para a consulta, mas não pôde ser acompanhada por sua advogada. Após a detenção, a família foi deportada em menos de 24 horas.

Outra família também enfrentou situação semelhante. Uma mulher grávida e seu filho de dois anos foram detidos pelo ICE durante uma reunião de rotina. Embora um juiz tenha marcado uma audiência sobre a deportação da criança, a família foi deportada para Honduras. O governo Trump alegou que a mãe solicitou que o filho a acompanhasse, citando um bilhete manuscrito.

A ACLU criticou a falta de comunicação do ICE com advogados e familiares, destacando que as famílias foram mantidas incomunicáveis em momentos críticos. A advogada Gracie Willis afirmou que o devido processo legal está sendo comprometido e que deportar crianças cidadãs americanas é ilegal e imoral. Erin Hebert, advogada da família da criança com câncer, também expressou preocupação com a rapidez e brutalidade das deportações.

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