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Lobista investigado por venda de decisões no STJ considera acordo de colaboração premiada

Andreson de Oliveira Gonçalves, lobista preso, avalia acordo de colaboração com a PGR enquanto busca tratamento de saúde no presídio federal.

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Andreson de Oliveira Gonçalves, um lobista preso desde novembro de 2022, está pensando em fazer um acordo de colaboração com a Procuradoria-Geral da República. Ele foi transferido para um presídio federal em Brasília em março, após ser preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal. Andreson é investigado por supostamente intermediar a venda de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça e em tribunais estaduais. As investigações começaram após o assassinato de um advogado em dezembro de 2023, que resultou no afastamento de dois desembargadores em Mato Grosso. Ele é suspeito de negociar votos e decisões em gabinetes do STJ e tem ligações com desembargadores de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Mensagens no celular de um advogado mencionam a venda de decisões com a ajuda de Andreson. Sua defesa não comentou as acusações, mas ele já pediu a transferência de penitenciária por alegar condições inadequadas, o que foi negado, embora um juiz tenha autorizado a entrada de alimentação especial para ele. No presídio, ele busca alimentação especial e tratamento de saúde. Além disso, Andreson é alvo de um inquérito da Polícia Federal por lavagem de dinheiro, com um aumento patrimonial significativo entre 2014 e 2015. A operação que investiga o STJ apura crimes de organização criminosa e corrupção.

Andreson de Oliveira Gonçalves, lobista preso desde novembro de 2022, está avaliando um possível acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Ele foi transferido para um presídio federal em Brasília em março deste ano, após ser detido por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin.

O lobista é investigado por intermediar a venda de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e em tribunais estaduais. As investigações começaram após o homicídio de um advogado em dezembro de 2023, em Mato Grosso, que levou ao afastamento de dois desembargadores do Tribunal de Justiça do estado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Andreson é suspeito de atuar na negociação de votos e decisões em gabinetes do STJ, além de ter ligações com desembargadores dos Tribunais de Justiça de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Mensagens encontradas no celular de um advogado mencionam a venda de decisões judiciais com a intermediação de Andreson.

A defesa do lobista não comentou as acusações, mas em fevereiro, ele solicitou a transferência de penitenciária, alegando condições inadequadas de detenção. O pedido foi negado, mas um juiz de Mato Grosso autorizou a entrada de alimentação especial para ele. Em março, Zanin decidiu pela transferência para Brasília, visando a segurança de Andreson.

No presídio federal, ele busca alimentação especial e tratamento de saúde. Além das investigações sobre a venda de decisões, Andreson também é alvo de um inquérito da Polícia Federal por suposta lavagem de dinheiro, com um aumento patrimonial de mais de três mil por cento entre 2014 e 2015. A operação que investiga o STJ, chamada Sisamnes, apura crimes de organização criminosa e corrupção.

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