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Mães de crianças com deficiência protestam por inclusão nas escolas do Rio de Janeiro

Mães de crianças com deficiência protestam na Prefeitura do Rio por inclusão escolar, após vídeo de menino autista desassistido viralizar.

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Mães de crianças com deficiência farão um protesto em frente à Prefeitura do Rio de Janeiro na próxima quarta-feira. A manifestação acontece após a divulgação de um vídeo que mostra um menino autista e com síndrome de Down sem assistência na Escola Municipal Virgílio Várzea, em Jacarepaguá. O menino, Christian Trindade, de nove anos, está sem mediador desde o início do ano letivo, o que tem causado ansiedade. Sua mãe, Christiane Freitas, precisa ir à escola para cuidar dele, que ainda usa fralda. Outras mães, como Leonela Mendonça, também estão lutando por melhores condições de inclusão e já enfrentaram ofensas na escola. Elas se reuniram com o Instituto Municipal Helena Antipoff, mas a reunião não aconteceu porque o subsecretário da Educação não recebeu uma das mães. A Associação Nenhum Direito a Menos, que representa 700 famílias, já recebeu 200 reclamações sobre problemas semelhantes nas escolas. As mães pedem a contratação de mediadores qualificados e mais apoio nas escolas. A Secretaria Municipal de Educação afirma que atende quase 30 mil crianças na Educação Especial, mas reconhece que nem todos precisam de atendimento individualizado.

Mães de crianças com deficiência realizarão um protesto em frente à Prefeitura do Rio de Janeiro na próxima quarta-feira. A manifestação ocorre após a divulgação de um vídeo que mostra um menino autista e com síndrome de Down desassistido na Escola Municipal Virgílio Várzea, em Jacarepaguá. O vídeo, compartilhado pelo vereador Paulo Messina, gerou indignação e já conta com mais de 30 mil curtidas.

Christian Trindade, de nove anos, está sem mediador desde o início do ano letivo. Sua mãe, Christiane Freitas, relata que ele foi transferido de uma turma onde estava bem adaptado para o quarto ano, o que tem causado ansiedade e agitação. Christiane precisa ir à escola para trocar o filho, que ainda usa fralda. Quando está presente, ela garante que ele não fica sozinho, mas na sua ausência, Christian tem sido deixado desamparado.

A situação de Christian não é isolada. Leonela Mendonça, mãe de outro menino atípico, também se mobiliza pela inclusão. Ela já enfrentou ofensas capacitistas na escola e busca melhorias para todos os alunos com deficiência. Leonela compartilha sua experiência nas redes sociais e já conseguiu um mediador para seu filho após um vídeo viral.

Na última sexta-feira, as mães se reuniram com o Instituto Municipal Helena Antipoff, mas a reunião não ocorreu devido à recusa do subsecretário da Educação em receber uma das mães. Christiane descreveu a situação como um “descaso” e afirmou que a luta por melhores condições de inclusão é coletiva.

A Associação Nenhum Direito a Menos, que representa cerca de 700 famílias, já recebeu reclamações de 200 delas sobre problemas semelhantes nas escolas municipais. As mães exigem a contratação de mediadores qualificados, salas de recursos e formação para professores. A Secretaria Municipal de Educação informou que atende quase 30 mil crianças na Educação Especial, com nove mil profissionais dedicados, mas reconhece que nem todos os alunos precisam de atendimento individualizado.

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