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Vaticano fecha museus enquanto se prepara para eleição de novo papa após morte de Francisco

Museus do Vaticano permanecem fechados após a morte do Papa Francisco. Novo papa enfrentará desafios na arte e na restituição de bens coloniais.

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Os Museus do Vaticano, incluindo a Capela Sistina, estão fechados desde a morte do Papa Francisco em 28 de abril, e ainda não há data para reabertura. O Vaticano se prepara para o conclave que escolherá um novo papa, após um período de luto de nove dias. O novo líder da Igreja Católica receberá uma grande coleção de arte, que inclui obras do Renascimento e do Barroco, além de peças modernas. Durante seu papado, Francisco enfatizou a importância da arte e a devolução de artefatos coloniais, como os fragmentos do Parthenon devolvidos à Grécia. Ele também foi o primeiro papa a visitar a Bienal de Veneza, destacando a necessidade de apoiar artistas e promover cidades inclusivas. O próximo papa enfrentará desafios semelhantes, continuando o legado de Francisco na arte e na justiça social.

Os Museus do Vaticano, incluindo a famosa Capela Sistina, estão fechados ao público desde a morte do Papa Francisco, ocorrida em 28 de abril. O Vaticano ainda não anunciou uma data para a reabertura, enquanto se prepara para o conclave que elegerá um novo papa. O período de luto de nove dias deve ser respeitado antes do início das votações.

O novo papa herdará uma vasta coleção de arte, que inclui obras do Renascimento e do Barroco, além de peças modernas de artistas como Paul Gauguin e Pablo Picasso. Os Museus atraem milhões de visitantes anualmente, com 6,8 milhões de pessoas registradas em 2024. O próximo líder da Igreja Católica não apenas guiará a missão da instituição, mas também será responsável por essas importantes propriedades culturais.

Durante seu papado, Francisco destacou a relevância da arte e a necessidade de restituir artefatos coloniais. Ele devolveu à Grécia três fragmentos das esculturas do Parthenon, que estavam no Vaticano há dois séculos. O papa defendeu a restituição como um “gesto correto” para instituições que possuem tais bens.

Francisco também se destacou por sua presença no mundo da arte, sendo o primeiro papa a visitar a Bienal de Veneza em 2024. Ele enfatizou a importância dos artistas, afirmando que “o mundo precisa de artistas” e incentivou a imaginação de cidades inclusivas. O novo papa enfrentará desafios semelhantes, mantendo o legado de Francisco na promoção da arte e da justiça social.

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