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Congresso colombiano tem chance de aprovar lei de proteção a pessoas trans após crime brutal

O assassinato de Sara Millerey destaca a urgência da aprovação do projeto de lei integral trans no Congresso da Colômbia, visando proteger direitos da população trans e não binária.

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O assassinato de Sara Millerey, uma mulher trans de 32 anos, em Bello, Antioquia, trouxe à tona a necessidade urgente de aprovar um projeto de lei que protege os direitos da população trans e não binária no Congresso da Colômbia. Sara foi agredida antes de ser encontrada morta, o que evidencia a violência enfrentada por essa comunidade. O projeto, que está em discussão há quase um ano, precisa ser aprovado em um dos debates na Câmara de Representantes até 20 de junho. Ele inclui medidas como a inclusão do marcador “não binário” em documentos e proteção contra discriminação. Ian Arias, que faz parte da iniciativa, destaca que o objetivo é garantir uma vida digna. Apesar de alguns avanços, como o acesso a serviços de saúde, a discriminação ainda é um problema. Em 2023, foram registrados 32 assassinatos de pessoas LGBTIQ+, sendo 15 trans. A proposta também busca garantir acesso à educação e ao mercado de trabalho. Lina Quevedo, um homem trans, ressalta que o foco deve ser em garantir direitos já reconhecidos. O representante Gabriel Becerra, do Pacto Histórico, está otimista quanto à aprovação do projeto, que pode ser nomeado em homenagem a Sara Millerey, e enfatiza a importância de conscientizar sobre os direitos da população trans.

O assassinato de Sara Millerey, uma mulher trans de 32 anos, em Bello, Antioquia, reacende a urgência pela aprovação do projeto de lei integral trans no Congresso da Colômbia. Sara foi brutalmente agredida antes de ser encontrada morta, e seu caso destaca a necessidade de proteção para a população trans e não binária.

O projeto de lei, que está em discussão há quase um ano, precisa ser aprovado em pelo menos um dos quatro debates na Câmara de Representantes até o final da legislatura, em 20 de junho. A proposta inclui medidas para garantir direitos, como a inclusão do marcador “não binário” em documentos oficiais e a proteção contra discriminação em serviços públicos.

Ian Arias, membro da plataforma que elaborou a iniciativa, afirma: “Não só queremos que não nos matem, mas viver dignamente”. Apesar dos avanços promovidos pela Corte Constitucional, como o acesso a serviços de saúde para reafirmação de gênero, a discriminação persiste. Em 2023, foram registrados 32 assassinatos de pessoas LGBTIQ+, com 15 vítimas trans.

A proposta também visa garantir o acesso à educação e à saúde, além de eliminar barreiras no mercado de trabalho. Lina Quevedo, homem trans e porta-voz do movimento, destaca que o debate deve focar em como garantir direitos já reconhecidos, não em concedê-los.

O representante Gabriel Becerra, do Pacto Histórico, expressou otimismo quanto à aprovação do projeto, que pode ser nomeado em homenagem a Sara Millerey. Ele ressalta a importância de gerar consciência sobre os direitos da população trans e a necessidade de um compromisso do Congresso para combater a discriminação.

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