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Glauber Braga enfrenta processo de cassação após agressão a integrante do MBL

Glauber Braga (PSOL-RJ) enfrenta a cassação após a rejeição de seu recurso na CCJ. Votação no plenário exigirá 257 votos para a perda do mandato.

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O deputado Glauber Braga, do PSOL do Rio de Janeiro, enfrenta um processo de cassação por agredir um membro do Movimento Brasil Livre. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara rejeitou seu recurso, com 44 votos contra e 22 a favor. Agora, o caso irá para votação no plenário, onde são necessários 257 votos para a cassação. O presidente da Câmara, Hugo Motta, prometeu esperar 60 dias antes de pautar a votação. Glauber é acusado de quebrar o decoro parlamentar ao expulsar um integrante do MBL com empurrões e chutes. Ele alega que a cassação é uma perseguição política, especialmente por parte do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, que estaria influenciando o processo. Glauber fez uma greve de fome em protesto e agora busca apoio para se defender.

O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) enfrenta um processo de cassação após ser acusado de agredir um membro do Movimento Brasil Livre (MBL). A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara rejeitou, nesta terça-feira, 29 de abril, o recurso de Braga, com 44 votos contra e 22 a favor. O caso agora seguirá para votação no plenário, onde são necessários 257 votos para a cassação.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), comprometeu-se a aguardar 60 dias antes de pautar a votação, prazo que se encerra em 27 de julho. A acusação contra Braga, feita pelo partido Novo, alega quebra de decoro parlamentar, referindo-se a um incidente em que o deputado expulsou um integrante do MBL com empurrões e chutes em abril de 2024.

Braga, que já fez uma greve de fome em protesto contra a decisão do Conselho de Ética, acredita que a cassação é uma forma de perseguição política. Ele criticou a influência do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em sua situação, afirmando que Lira estaria por trás da articulação para sua cassação. O deputado também denunciou irregularidades relacionadas ao chamado orçamento secreto.

A votação no plenário será nominal, permitindo que cada deputado tenha seu voto registrado. A ausência de deputados pode beneficiar Braga, pois cada abstenção reduz o número necessário para a cassação. A situação do deputado é considerada delicada, com aliados tentando convencê-lo de que a punição é exagerada.

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