Cerca de 70% dos funcionários da divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça dos EUA, incluindo mais de 100 advogados, aceitaram uma oferta de rescisão. Essa mudança ocorre sob a liderança de Harmeet Dhillon, indicada por Donald Trump, enquanto a divisão se prepara para adotar uma agenda conservadora, focando em combater a chamada “ideologia woke”. Dhillon disse que a nova direção vai reverter políticas de diversidade e inclusão e priorizará questões como discriminação religiosa. A divisão, que geralmente fica inativa em governos republicanos, deve se tornar mais ativa agora. Dhillon afirmou que a reestruturação é necessária para alinhar a divisão aos objetivos do governo atual e que muitos advogados decidiram não seguir as novas diretrizes.
Cerca de 70% dos funcionários da divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça dos Estados Unidos aceitaram uma oferta de rescisão. A medida ocorre sob a liderança de Harmeet Dhillon, indicada pelo ex-presidente Donald Trump. A divisão, que conta com aproximadamente 340 colaboradores, tinha até a noite de segunda-feira para que os funcionários aceitassem a proposta.
Mais de 100 advogados já confirmaram a saída, e a expectativa é que o número final ultrapasse 200. Essa mudança acontece em um momento em que a divisão se prepara para adotar uma agenda conservadora, focando em combater o que é considerado “ideologia woke”. Dhillon afirmou que a nova direção priorizará a reversão de políticas relacionadas a diversidade, equidade e inclusão, além de ações contra a discriminação religiosa.
A divisão de Direitos Civis, que costuma ficar inativa durante administrações republicanas, será uma das mais ativas no governo Trump. Dhillon, que foi confirmada pelo Senado recentemente, declarou que não houve demissões, mas que a reestruturação é necessária para alinhar a divisão aos objetivos da administração atual.
Em entrevista, Dhillon destacou que muitos advogados optaram por não seguir com as novas diretrizes. Ela afirmou que a função da divisão é aplicar as leis federais de direitos civis, e não promover uma agenda ideológica. A nova liderança pretende focar em questões como preconceito anti-cristão e antissemitismo, além de combater a ideologia que considera prejudicial.
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