O Senado dos Estados Unidos votou recentemente sobre uma resolução que tentava bloquear as tarifas globais do presidente Donald Trump, mas a votação terminou empatada em 49 a 49. Isso aconteceu porque dois senadores que apoiavam a medida estavam ausentes. Mesmo que a resolução tivesse sido aprovada, ela não teria avançado na Câmara dos Representantes, onde o presidente da Câmara, Mike Johnson, já havia criado uma regra para impedir que a proposta fosse considerada até o final de setembro. Alguns senadores republicanos, como Rand Paul, que ajudou a propor a resolução, expressaram apoio, mas a falta de votos foi um obstáculo. O Senado já havia se manifestado contra as tarifas de Trump em uma votação anterior, mas essa nova tentativa foi frustrada. O presidente, por sua vez, afirmou que vetaria a resolução se necessário.
O Senado dos Estados Unidos rejeitou uma resolução bipartidária que visava bloquear as tarifas globais do presidente Donald Trump. A votação, realizada na quarta-feira, terminou empatada em 49 a 49, devido à ausência de senadores que apoiariam a medida. A proposta foi considerada morta na Câmara.
Os senadores Mitch McConnell, do Partido Republicano, e Sheldon Whitehouse, do Partido Democrata, estavam entre os que planejavam apoiar a resolução, mas não compareceram à votação. O líder da maioria no Senado, John Thune, decidiu encerrar qualquer tentativa de reavivar a proposta. Mesmo que a resolução tivesse sido aprovada, ela enfrentaria dificuldades na Câmara, onde o presidente da Câmara, Mike Johnson, já havia estabelecido regras para impedir sua consideração até 30 de setembro.
A proposta de resolução contava com o apoio de vários republicanos, incluindo Rand Paul, Susan Collins e Lisa Murkowski. No entanto, a falta de votos devido a ausências impediu seu avanço. Recentemente, o Senado havia condenado simbolicamente as tarifas de Trump sobre o Canadá, mas os republicanos na Câmara utilizaram táticas semelhantes para garantir que essa resolução não fosse considerada.
Trump, por sua vez, manteve uma postura desafiadora diante das críticas do Congresso, afirmando que vetaria a resolução se necessário.
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