Donald Trump ameaçou processar o New York Times, acusando o jornal de interferência ilegal em seu processo contra a CBS, que pertence à Paramount. Ele criticou a cobertura do Times, que citou especialistas legais dizendo que seu caso é fraco e provavelmente será rejeitado. Trump afirmou que essa “interferência” pode torná-los responsáveis legalmente. Em resposta, um porta-voz do Times disse que o jornal não se deixará intimidar e continuará a relatar os fatos. Trump já está em um processo contra a CBS por alegar que uma entrevista com Kamala Harris foi editada de forma enganosa. Ele também tem um histórico de ações legais contra outras mídias, buscando responsabilizá-las por reportagens que considera falsas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o New York Times com ações legais, alegando que o jornal cometeu “interferência ilegal” em seu processo contra a CBS. A declaração foi feita em sua plataforma Truth Social, onde Trump criticou a cobertura do jornal sobre sua ação judicial contra a Paramount, proprietária da CBS.
Trump está em um processo de mediação com a Paramount, que envolve um pedido de US$ 10 bilhões por suposta edição enganosa de uma entrevista com a ex-vice-presidente Kamala Harris no programa “60 Minutes”. O presidente alega que a edição prejudicou sua imagem antes da eleição. A CBS, por sua vez, defende que apenas exibiu diferentes partes da mesma resposta.
Em sua postagem, Trump afirmou que a cobertura do New York Times poderia torná-los “responsáveis por interferência tortuosa”, especialmente em relação a eleições. Ele criticou a alegação de que seu caso é infundado e afirmou que a situação é inédita, sugerindo que a mídia deve ser responsabilizada por suas ações.
Reação do New York Times
Um porta-voz do New York Times respondeu que o jornal não se deixará intimidar por ameaças legais e continuará a buscar a verdade. A declaração enfatizou que a liberdade de imprensa é protegida por lei e que o jornal não se afastará de sua missão de informar o público.
Trump tem um histórico de ações legais contra várias organizações de mídia, incluindo processos contra a ABC News e o Des Moines Register. Ele alega que a cobertura negativa e as pesquisas imprecisas prejudicaram sua imagem e violaram leis de proteção ao consumidor.
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