O Senado aprovou a nova Estratégia Nacional de Segurança do governo de Claudia Sheinbaum, que está em vigor há sete meses. No entanto, a discussão das leis secundárias está atrasada na Câmara de Deputados, onde a oposição busca fazer mudanças. Omar García Harfuch, secretário de Segurança, apresentou dados sobre a redução de crimes e a situação dos policiais. Apesar da aprovação no Senado, há preocupações sobre a ampliação de poderes da secretaria de Segurança. A estratégia visa conectar os anos de governo de Andrés Manuel López Obrador com os de Sheinbaum, focando na segurança pública e na redução da violência. Harfuch se reuniu com senadores para discutir os resultados iniciais, mas ainda há desafios pela frente, especialmente com a necessidade de melhorar os salários dos policiais em muitos estados.
O Senado do México aprovou a Estratégia Nacional de Segurança do governo de Claudia Sheinbaum, que está em vigor há sete meses. A estratégia visa estabelecer um plano de ação para o combate à violência e à criminalidade no país. A aprovação ocorreu em meio a discussões sobre leis secundárias, que ainda enfrentam atrasos na Câmara de Deputados.
O secretário de Segurança e Proteção Cidadã, Omar García Harfuch, apresentou dados que indicam uma redução de crimes em algumas áreas e destacou a importância do fortalecimento da inteligência e segurança. Apesar do avanço no Senado, a aprovação das leis secundárias, como a Lei do Sistema de Segurança Pública, está sendo contestada por legisladores da oposição, que buscam modificar ou retirar artigos que consideram problemáticos.
A oposição, incluindo o Movimento Ciudadano e o Partido Ação Nacional, critica a proposta por conceder atribuições excessivas à Secretaria de Segurança. A situação é ainda mais complexa devido à necessidade de apoio dos parceiros parlamentares do partido Morena, como o Partido do Trabalho e o Verde Ecologista. A expectativa é que um período extraordinário de sessões seja convocado para discutir essas questões durante o verão.
A estratégia de segurança conecta os esforços do governo atual com os do presidente Andrés Manuel López Obrador, que adotou uma abordagem de “abraços, não balas”. A nova abordagem de Sheinbaum propõe uma força pública militarizada, com foco em construir capacidades técnicas no âmbito civil. Harfuch, em reuniões com líderes do Senado, apresentou resultados positivos, mas a diferença em relação às estratégias anteriores ainda gera debates.
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