María Luisa Reina, que é a delegada de Urbanismo de Utrera, e seu marido estão enfrentando um processo por supostas irregularidades em obras em sua casa, iniciadas em março de 2021. O partido PSOE local pediu a demissão de Reina, alegando que há um conflito de interesses, mas a prefeitura defende que ela não estava envolvida nas obras e que não houve infrações. O processo começou quando Reina não estava no cargo, e as obras foram consideradas como uma reforma integral que, segundo a legislação, podem ser uma infração grave. O marido de Reina é o responsável pelas obras e pode enfrentar uma multa de até 29.999 euros. O PSOE considera a situação insustentável, afirmando que Reina não pode estar sob investigação enquanto é responsável pela área que a investiga. A prefeitura, por sua vez, afirma que não há incompatibilidade e que as obras não violaram a lei, destacando que Reina estava ausente por motivos de saúde durante grande parte do processo. Eles também afirmam que as obras não foram uma reforma completa, mas sim pequenas melhorias.
María Luisa Reina, delegada de Urbanismo de Utrera, e seu marido enfrentam um processo sancionador por suposta infração urbanística relacionada a obras em sua propriedade. O procedimento foi iniciado em março de 2021, antes de Reina assumir o cargo.
O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) local solicitou o cese imediato de Reina, alegando conflito de interesses. No entanto, o município defende que ela não estava envolvida no expediente e que as obras não violaram a legislação urbanística.
As obras, que consistiram em uma reforma integral, foram realizadas em uma propriedade do casal. Um relatório da Inspeção, datado de abril de 2021, constatou irregularidades, levando à abertura do processo em setembro de 2024. O marido de Reina é o responsável pelo projeto, que pode resultar em uma multa entre R$ 3 mil e R$ 29,9 mil.
O ex-prefeito e porta-voz do PSOE, José María Villalobos, considera a situação “absolutamente insustentável”. Ele argumenta que, como responsável pela legalidade urbanística, Reina não pode estar sob um processo sancionador de sua própria delegação, o que comprometeria a imparcialidade do procedimento.
Fontes do município afirmam que Reina não estava no cargo quando a investigação começou e que a reforma não infringe o Plano Geral de Ordenação Urbana (PGOU) de Utrera. Além disso, destacam que a casa reformada não é a residência de Reina, mas uma herança. A defesa alega que as obras foram pequenas e não uma reforma integral, como alegado.
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