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Ex-policia Iván Morales Corrales é assassinado uma década após ataque do CJNG

Exsuboficial da Polícia Federal, Iván Morales Corrales, é assassinado uma década após ataque do CJNG, levantando suspeitas de vingança.

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Iván Morales Corrales, exsuboficial da Polícia Federal do México, foi homenageado em 2015 após sobreviver a um ataque durante uma missão para capturar o líder do Cartel Jalisco Nova Geração, El Mencho. Ele sofreu queimaduras graves, mas conseguiu escapar e foi reconhecido como um herói. No entanto, em 1 de maio de 2025, exatamente dez anos após o ataque, Morales Corrales foi assassinado em Temixco, junto com sua esposa. Eles foram atacados por sicários que dispararam contra seu carro. O assassinato levantou suspeitas sobre uma possível vingança relacionada à participação de Morales Corrales em um julgamento contra o filho de El Mencho, que havia sido condenado à prisão perpétua. A data do crime e o histórico de Morales Corrales fazem muitos acreditarem que sua morte está ligada ao crime organizado, mostrando que até mesmo aqueles homenageados pelo Estado não estão seguros.

Iván Morales Corrales, exsuboficial da Polícia Federal do México, foi assassinado em 1 de maio de 2025, em Temixco, junto com sua esposa. O crime ocorreu exatamente dez anos após um ataque em que ele sobreviveu, levantando suspeitas sobre a relação com seu testemunho em um julgamento contra o filho de El Mencho, líder do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG).

Em 2015, Morales Corrales foi homenageado após sobreviver a um ataque durante uma missão para capturar El Mencho. Ele sofreu graves queimaduras e perdeu nove colegas no incidente. “Eu quise que vieram meu rosto. Não era porque me tivessem lástima”, disse ele em uma entrevista, destacando a luta contra o crime organizado.

No dia do assassinato, Morales Corrales não estava sob proteção e dirigia uma caminhonete não blindada. Sicários interceptaram seu veículo e dispararam uma dezena de tiros, resultando na morte imediata do ex-policial e sua esposa. Os assassinos fugiram em uma motocicleta e ainda não foram capturados.

O assassinato de Morales Corrales ocorre em um contexto de impunidade e violência no México. Ele havia participado como testemunha no julgamento de Rubén Oseguera González, conhecido como “El Menchito”, que foi condenado à prisão perpétua. A data do crime, coincidente com o décimo aniversário do ataque que quase lhe custou a vida, levanta questões sobre a segurança dos que enfrentam o narcotráfico no país.

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