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Janja pede ações contra machismo na Câmara após ataques a Gleisi Hoffmann

Janja exige ações contra machismo na Câmara após hostilização de Gleisi Hoffmann por deputado. Pedido de suspensão é encaminhado ao Conselho de Ética.

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A primeira-dama Janja pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, que tome medidas mais fortes contra o machismo no Congresso. Isso aconteceu após a ministra Gleisi Hoffmann ser atacada verbalmente por um deputado durante uma reunião. Janja destacou que as mulheres precisam de um ambiente mais respeitoso e igualitário na política. O deputado Gilvan da Federal insultou Gleisi, chamando-a de “amante” e “prostituta” durante a sessão. Motta já solicitou a suspensão de Gilvan por seis meses, alegando que suas palavras foram ofensivas e inaceitáveis. Gleisi apoiou essa ação, afirmando que o Parlamento deve ser um lugar de debate respeitoso, não de ofensas.

A primeira-dama Rosangela da Silva, conhecida como Janja, cobrou ações efetivas contra o machismo na Câmara dos Deputados. A manifestação ocorreu após a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, ser hostilizada por um deputado durante uma reunião.

Janja pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta, que implemente medidas rigorosas para combater a misoginia no ambiente legislativo. Em uma publicação nas redes sociais, ela destacou a importância de um espaço com mais respeito e equidade para as mulheres. “Nós, mulheres, contamos com o comprometimento do presidente Hugo Motta para que esse ciclo de misoginia seja freado”, afirmou.

O episódio que motivou a cobrança aconteceu quando o deputado Gilvan da Federal, do PL do Espírito Santo, atacou Gleisi com ofensas durante uma reunião da Comissão de Segurança Pública. Ele a chamou de “amante” e “prostituta do caramba”. Janja comentou que esse tipo de ataque não é isolado e reflete um padrão de silenciamento e humilhação enfrentado por mulheres em posições de poder.

Medidas em Andamento

Após os xingamentos, Hugo Motta liderou um pedido de suspensão de seis meses contra Gilvan. O documento, que será analisado pelo Conselho de Ética da Câmara, argumenta que as declarações do deputado foram “gravemente ofensivas e difamatórias”. Motta também ressaltou que as atitudes de Gilvan configuram um “evidente abuso das prerrogativas parlamentares”.

Gleisi Hoffmann celebrou a iniciativa de Motta, afirmando que a representação é um sinal de que a Câmara está disposta a agir contra comportamentos abusivos. “O Parlamento é a casa da democracia e do debate, que se faz por meio de argumentos, não de ofensas”, concluiu a ministra.

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