Ronnie Lessa, ex-policial militar condenado pela morte da vereadora Marielle Franco, está preso no Complexo Penitenciário de Tremembé desde junho de 2022. Sua defesa afirma que ele está há mais de 300 dias em isolamento, sem contato com outros presos ou familiares, e que sua alimentação piorou, levando-o a comer apenas pão e água. Eles pedem uma inspeção judicial nas condições de sua prisão e exames médicos, destacando que Lessa não tem acesso a atividades sociais, estudos ou trabalho, o que pode afetar sua saúde mental e física. O advogado também menciona que Lessa está emocionalmente abalado, especialmente após a morte de seu pai. A defesa quer que o juiz verifique as condições de Lessa e que o resultado da inspeção seja comunicado a autoridades competentes.
Ronnie Lessa, ex-policial militar condenado a 78 anos e nove meses pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, enfrenta sérias dificuldades no Complexo Penitenciário de Tremembé, em São Paulo. Desde junho de 2022, ele está preso e, segundo sua defesa, está há mais de 300 dias em isolamento, sem contato com outros detentos ou familiares.
A defesa de Lessa alega que ele tem se alimentado apenas de pão e água, após relatar problemas de saúde relacionados à alimentação que recebe. A situação levou os advogados a solicitar uma inspeção judicial nas condições de sua prisão e exames médicos para verificar sua saúde. A petição destaca a preocupação com a possível subnutrição do ex-policial, que se dedica apenas à leitura da Bíblia e de alguns livros.
Lessa foi colocado em uma cela isolada por questões de segurança, especialmente após sua delação premiada sobre o caso Marielle. A defesa argumenta que o regime de isolamento é mais severo do que o de uma penitenciária federal, podendo causar danos irreversíveis à sua saúde física e mental. O ex-policial também enfrenta dificuldades emocionais, agravadas pela morte de seu pai.
Além disso, a defesa pede que o juiz corregedor verifique as condições de Lessa e que o resultado da inspeção seja comunicado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A situação de Ronnie Lessa levanta questões sobre os direitos dos detentos e as condições do sistema prisional brasileiro.
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