O governo de São Paulo começou a remover famílias da Favela do Moinho em 22 de abril, com 11 famílias deixando o local no primeiro dia. Moradores protestaram contra a remoção, especialmente devido ao uso de força policial. Essa ação faz parte de um plano do governo de Tarcísio de Freitas, anunciado em setembro de 2024, que visa requalificar a área para a construção de um parque e uma nova estação da CPTM. A favela abriga 821 famílias, segundo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo.
O governo do estado de São Paulo iniciou, em 22 de abril de 2025, a remoção de famílias da Favela do Moinho. No primeiro dia, 11 famílias deixaram o local, que já enfrentava planos de desocupação desde setembro de 2024. A ação visa a requalificação da área para a construção de um parque e uma nova estação da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
Moradores da favela protestaram contra a remoção, criticando especialmente o uso de força policial para dispersar os manifestantes. A gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) defende que a desocupação é necessária para a revitalização da região. Atualmente, 821 famílias residem na Favela do Moinho, segundo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo.
A situação gerou tensão entre os moradores e o governo, que busca implementar o plano de requalificação. Os protestos refletem a preocupação da comunidade com a perda de suas casas e a forma como a remoção está sendo conduzida. A expectativa é que mais famílias sejam removidas nos próximos dias, seguindo o cronograma estabelecido pela administração estadual.
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