O governo mexicano, liderado por Claudia Sheinbaum, anunciou uma proposta para reduzir a jornada de trabalho de 48 para 40 horas semanais até 2030. O secretário do Trabalho, Marath Bolaños, destacou que essa mudança é um dos principais desafios do governo e que será necessário um diálogo com trabalhadores, sindicatos e empresários para alcançar esse objetivo. A proposta inclui a realização de foros em várias cidades do país para discutir a implementação da nova jornada. Atualmente, o México é um dos países da OCDE onde as pessoas trabalham mais horas, e a última alteração na jornada laboral ocorreu em 1917. A ideia é que a mudança seja gradual, permitindo que as empresas se adaptem. A proposta já foi discutida anteriormente, mas não avançou no Congresso. Com o apoio do governo, espera-se que a nova legislação seja aprovada, beneficiando cerca de 48% da força de trabalho formal do país.
O governo mexicano, liderado pela presidente Claudia Sheinbaum, anunciou uma proposta para reduzir a jornada de trabalho de 48 para 40 horas semanais até 2030. O secretário do Trabalho, Marath Bolaños, destacou que essa mudança será um dos principais desafios do atual governo. A proposta inclui a realização de foros para discutir a implementação com trabalhadores e empresários.
Os foros começarão em junho e ocorrerão em várias cidades do país, com o objetivo de coletar opiniões e construir um consenso. Bolaños afirmou que cerca de 48% da força de trabalho formal será beneficiada pela medida. Ele ressaltou que a redução da jornada é uma demanda antiga dos trabalhadores, que buscam melhores condições de vida.
A última revisão da jornada laboral no México ocorreu em 1917, e o país é um dos que mais trabalha na OCDE, com uma média de 2.226 horas anuais. A proposta de redução da jornada já havia sido tentada em 2022, mas não avançou no Congresso. Agora, com o apoio do partido Morena, a expectativa é que a mudança seja aprovada.
Bolaños também mencionou que a proposta será gradual, permitindo que as empresas se adaptem. A ideia é que a nova legislação seja discutida e aprovada até janeiro de 2030. O secretário enfatizou que a melhoria das condições de trabalho é um compromisso do governo e que a proposta já está em andamento, apesar das preocupações de empresários sobre a produtividade.
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