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Cuba enfrenta crise enquanto mãe deportada luta para reencontrar filha nos EUA

Imigrante cubana é deportada dos EUA, separada da filha com problemas de saúde, e enfrenta dificuldades extremas em Cuba.

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Heidy Sánchez, uma imigrante cubana, foi deportada para Cuba em abril, mesmo tendo um marido e uma filha que são cidadãos americanos. Ela havia cruzado a fronteira dos EUA em 2019 buscando asilo, mas foi detida pela ICE durante uma verificação e separada de sua filha, que tem convulsões. A vida em Cuba é difícil, com falta de recursos e problemas para se comunicar com sua família nos EUA. Após ser deportada, Heidy vive em uma casa precária em Havana, onde enfrenta cortes de energia e dificuldades para fazer ligações. Ela se preocupa com a saúde da filha, que está tendo convulsões novamente desde a deportação. A situação dela gerou protestos e pedidos de apoio, especialmente entre a comunidade cubano-americana, na esperança de que isso ajude a reunir a família novamente.

Heidy Sánchez, uma imigrante cubana, foi deportada dos Estados Unidos para Cuba em abril de 2023, apesar de seu marido e filha serem cidadãos americanos. Ela havia cruzado a fronteira em 2019 em busca de asilo, mas sua situação se agravou após ser detida pela Immigration and Customs Enforcement (ICE) durante uma verificação de rotina.

Sánchez foi separada de sua filha, que sofre de convulsões, e sua vida em Cuba se tornou precária. Ela vive em uma casa deteriorada em Havana, enfrentando escassez de recursos e dificuldades de comunicação com a família nos EUA. “Eu não sei se era o sonho americano, mas era o meu sonho, minha família,” afirmou ao mostrar fotos de momentos felizes nos Estados Unidos.

Após cruzar a fronteira em 2019, Sánchez foi liberada após nove meses em custódia imigratória e conseguiu se reunir com sua família em Tampa. Ela se formou como assistente de enfermagem e realizou tratamentos de fertilização in vitro, concretizando o sonho de ser mãe. No entanto, sua permanência nos EUA se tornou insustentável devido a mudanças nas políticas de imigração.

Em abril, ao comparecer a um check-in com a ICE, foi informada que seria detida. “Não leve minha filha,” pediu a agentes, mas não teve a opção de levá-la. O Departamento de Segurança Interna negou que a mãe não tivesse a opção de levar a criança. A defesa de Sánchez tentou impedir a deportação, argumentando que sua remoção prejudicaria a saúde da filha, mas ela foi deportada antes que um recurso fosse decidido.

Atualmente, Sánchez enfrenta uma dura realidade em Cuba, onde a vida é marcada por cortes de energia e escassez. Ela relata que precisa descartar o leite materno que deveria alimentar sua filha. “Isso me machuca muito,” disse, preocupada com a saúde da criança, que tem dificuldades para dormir e convulsões. A família espera que a repercussão do caso possa gerar apoio suficiente para sua reunificação.

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