A prefeitura de Toms River, nos Estados Unidos, decidiu confiscar o terreno da Christ Episcopal Church, que ajuda sem-tetos e realiza projetos sociais. O conselho da cidade aprovou uma lei que permite ao governo tomar a propriedade da igreja se ela não concordar em vendê-la. O plano é transformar o espaço, que tem mais de 4 mil metros quadrados, em parques públicos com quadras de pickleball, um campo de futebol, um playground e um parque de skate. A igreja soube da decisão apenas algumas horas antes da votação e a líder da congregação, reverenda Lisa A. Hoffman, expressou sua surpresa e decepção. Essa ação acontece enquanto a igreja tenta obter permissão para abrir um abrigo noturno para moradores de rua, com uma audiência marcada para o dia 22 de maio. Em 28 de maio, haverá uma audiência pública sobre a apreensão do terreno. O advogado da igreja, Michael York, afirmou que a prefeitura está agindo de má-fé. A Christ Episcopal Church, que tem 150 membros, oferece apoio a mais de 20 grupos e distribui alimentos e roupas para pessoas em situação de vulnerabilidade.
A prefeitura de Toms River, nos Estados Unidos, aprovou uma portaria que permite a apreensão do campus da Christ Episcopal Church, conhecida por seu trabalho com sem-tetos. O conselho municipal decidiu que, se a igreja não aceitar vender a propriedade, o governo poderá confiscá-la para transformar a área em parques públicos.
O plano do prefeito Daniel Rodrick inclui a construção de quadras de pickleball, um campo de futebol, um playground e um parque de skate. A decisão foi tomada em uma votação, e a igreja foi informada da portaria apenas algumas horas antes da aprovação. A reverenda Lisa A. Hoffman, líder da igreja, expressou sua decepção com a situação.
A Christ Episcopal Church, que conta com 150 membros, realiza diversas atividades sociais, como a distribuição de alimentos e roupas. Atualmente, a igreja está em processo de obtenção de autorização para criar um abrigo noturno para 17 moradores de rua. A audiência para discutir essa permissão está marcada para o dia 22 de maio.
Em contrapartida, uma audiência pública sobre a possível apreensão da propriedade ocorrerá em 28 de maio. O advogado da igreja, Michael York, criticou a ação da prefeitura, afirmando que o município está agindo de má-fé. A situação gera tensão entre a igreja e a administração local, que parece priorizar a criação de espaços recreativos em detrimento do apoio aos vulneráveis.
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