A ação contra o senador Jorge Seif, que pode levar à cassação do seu mandato, está parada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há um ano, sem previsão de julgamento. Ele é acusado de abuso de poder econômico nas eleições de 2022, com suspeitas de ter recebido doações irregulares do empresário Luciano Hang. A coligação que fez a denúncia afirma que Seif usou recursos da empresa de Hang, incluindo serviços de assessoria de imprensa e aeronaves, totalizando cerca de R$ 380 mil, que não teriam sido corretamente informados nas contas apresentadas à Justiça Eleitoral. O julgamento começou em abril, mas foi suspenso várias vezes, e na última reunião, os magistrados decidiram reabrir as investigações e solicitar novas provas. Desde então, não houve mais reuniões para discutir o caso, e não há data marcada para isso. Se o senador for cassado, ele ficará inelegível por oito anos. Seif e Hang negam as irregularidades.
A ação que pode levar à cassação do mandato do senador Jorge Seif (PL-SC) está parada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há um ano. O caso envolve acusações de abuso de poder econômico nas eleições de 2022, com suspeitas de doações irregulares do empresário Luciano Hang, proprietário da Havan.
A coligação de partidos composta por União Brasil, Patriota e PSD é a autora do pedido. Os partidos alegam que Seif utilizou recursos da empresa de Hang, incluindo serviços de assessoria de imprensa e cinco aeronaves, totalizando R$ 380 mil. O TSE iniciou o julgamento em quatro de abril, mas a análise foi suspensa e retomada em datas subsequentes, sendo a última em trinta de abril.
Na última reunião, os magistrados decidiram reabrir as investigações e solicitaram novas provas. A Havan foi oficiada a informar sobre todas as aeronaves utilizadas durante a campanha, além de dados de decolagens e aterrissagens em aeroportos de Santa Catarina entre dezesseis de agosto e dois de outubro de 2022. Desde então, não houve novas reuniões do TSE para discutir o caso.
A responsabilidade de pautar o julgamento agora recai sobre a ministra Carmen Lúcia, nova presidente do TSE, após a saída do ministro Alexandre de Moraes. Jorge Seif e Luciano Hang negam as irregularidades. Se o senador for cassado, ficará inelegível por oito anos. Seif é conhecido por sua proximidade com o bolsonarismo e foi mencionado em delações relacionadas a tentativas de reverter resultados eleitorais.
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