Gladys e Nelson Gonzalez, um casal colombiano que viveu nos Estados Unidos por 35 anos, foi deportado após uma verificação do ICE. Eles moravam em Los Angeles com suas três filhas, que são cidadãs americanas e não foram deportadas. O casal chegou aos EUA em 1989 e, ao longo dos anos, trabalhou em diversos empregos enquanto tentava legalizar seu status. Em 1994, um juiz de imigração emitiu uma ordem de deportação devido a uma irregularidade na entrada deles. Apesar de tentarem apelar da decisão, foram detidos durante uma consulta com o ICE em fevereiro. As filhas souberam da detenção por telefone e o casal foi deportado para a Colômbia, enfrentando uma proibição de 10 anos para retornar aos EUA. Eles agora tentam se reestabelecer na Colômbia, vivendo um dia de cada vez.
Gladys e Nelson Gonzalez, um casal colombiano, foram deportados dos Estados Unidos após 35 anos de residência no país. A deportação ocorreu em 21 de fevereiro durante uma verificação de rotina do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE). O casal, que viveu no sul de Los Angeles, deixou suas três filhas, cidadãs americanas, no país.
Gladys, de 55 anos, e Nelson, de 59 anos, chegaram aos Estados Unidos em dezembro de 1989. Eles cruzaram a fronteira em Tijuana e se estabeleceram em San Diego, onde trabalharam em diversos empregos. O casal buscou legalizar seu status de imigração, mas enfrentou dificuldades ao longo do processo. Em 1994, um juiz de imigração emitiu uma ordem de deportação devido a uma irregularidade na data de entrada.
Durante anos, Gladys e Nelson compareceram regularmente às consultas com o ICE. No entanto, em sua última visita, foram detidos sem aviso prévio. “Senti como se estivesse deixando minha família para trás”, relatou Nelson sobre o momento da detenção. O casal foi separado e enviado de volta à Colômbia, onde agora tenta se reestabelecer.
As filhas do casal, Gabby, Stephanie e Jessica, receberam a notícia da detenção por telefone. Elas permanecem nos Estados Unidos, enquanto os pais enfrentam uma proibição de 10 anos para retornar ao país. “Estamos vivendo um dia de cada vez”, disse Gladys, expressando a esperança de um dia se reunir com as filhas.
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