A cantora Daniela Mercury se manifestou contra a venda de áreas verdes em Salvador, que foi aprovada pela Câmara Municipal. Em um vídeo, ela pediu que a população reflita sobre a importância da preservação ambiental, especialmente em um momento de crise climática. Daniela destacou que Salvador tem poucas árvores e que a venda dessas áreas pode agravar a situação. O prefeito Bruno Reis defende os leilões, afirmando que as áreas não têm uso para a população. A cantora Anitta também se posicionou contra a venda, pedindo respeito às áreas verdes. Recentemente, a Justiça suspendeu um leilão de um terreno no Morro do Ipiranga, atendendo a um pedido do Conselho de Arquitetura e Urbanismo da Bahia, que alertou sobre os riscos ambientais da venda.
A Câmara Municipal de Salvador aprovou a venda de quarenta e quatro terrenos, incluindo dezessete áreas verdes, gerando protestos de artistas como Daniela Mercury e Anitta, que defendem a preservação ambiental. A decisão foi sancionada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil) e gerou críticas de entidades da sociedade civil.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Daniela Mercury pediu uma reflexão sobre a venda das áreas verdes, destacando a crise climática e a importância da preservação em Salvador. “Vender áreas de proteção ambiental em plena crise climática é um erro. Salvador já está sofrendo com temperaturas muito altas”, afirmou a cantora. O vídeo foi amplamente compartilhado por movimentos sociais que se opõem à venda dos terrenos.
A Câmara de Vereadores aprovou, em maio de 2024, o projeto de lei 307/2023, que desafeta as áreas de uso público. Daniela destacou que Salvador é a cidade brasileira com menos árvores e que a identidade paisagística da capital deve ser preservada. A Justiça da Bahia já suspendeu um leilão de um terreno no Morro do Ipiranga, atendendo a um pedido do Conselho de Arquitetura e Urbanismo da Bahia (CAU-BA), que alegou a importância ambiental e cultural da área.
Anitta também se manifestou contra os leilões, pedindo que as autoridades respeitem as áreas verdes. O prefeito defende a venda, afirmando que as áreas não têm uso para a população. A disputa entre entidades da sociedade civil e o poder público continua, com a preservação ambiental como tema central.
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