Pam Bondi, a procuradora-geral durante o governo Trump, anunciou a maior apreensão de fentanilo da história dos Estados Unidos, com 11,5 kg e 3 milhões de pastilhas confiscadas. A operação, que durou seis meses, resultou na prisão de Heriberto Salazar Amaya, um suposto membro do Cártel de Sinaloa. Bondi destacou que o fentanilo é responsável por muitas mortes nos EUA e que novas apreensões e prisões estão por vir. A DEA, a agência antidrogas dos EUA, dedicou 55 mil horas para rastrear a droga desde o México até os pontos de venda em vários estados. Além do fentanilo, também foram apreendidos 35 kg de metanfetaminas, 7,5 kg de cocaína, 4,5 kg de heroína e 49 armas de fogo, com 16 pessoas detidas. Salazar Amaya, que já havia sido deportado duas vezes, foi encontrado com grandes quantias em dinheiro. Bondi afirmou que ele enfrentará acusações federais e que não será deportado, pois já cruzou a fronteira ilegalmente antes. A maioria das pastilhas apreendidas era semelhante a oxicodona, um analgésico forte, e Bondi alertou que essas drogas poderiam ter causado muitas mortes. A quantidade confiscada é considerada suficiente para matar um grande número de pessoas. A procuradora tem se dedicado a combater o tráfico de fentanilo e, em visitas a laboratórios, tem buscado entender melhor o problema. Embora a imprensa tenha apontado que Bondi tende a exagerar em suas declarações, ela continua a afirmar que as apreensões são significativas para salvar vidas.
O Cártel de Sinaloa sofreu um duro golpe com a maior apreensão de fentanilo da história dos Estados Unidos. A informação foi divulgada pela procuradora geral Pam Bondi, que anunciou a confiscacão de 11,5 quilos da substância e três milhões de pastilhas do opiáceo sintético. O anúncio ocorreu em uma coletiva de imprensa, onde Bondi destacou a importância da operação, que levou seis meses de planejamento.
Durante a ação, foi preso Heriberto Salazar Amaya, suposto membro do cartel, que operava a partir de Salem, no estado de Oregon. Bondi afirmou que a prisão é parte de uma estratégia mais ampla para combater a epidemia de fentanilo, que causa cerca de 75 mil mortes anualmente nos EUA. “Novos decomisos e novos arrestos virão”, garantiu a procuradora.
Os agentes da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA) dedicaram aproximadamente 55 mil horas para rastrear a droga desde o México até os pontos de venda em estados como Arizona, Novo México, Nevada, Oregon e Utah. Rob Murphy, diretor interino da DEA, afirmou que a operação conseguiu infiltrar a organização em vários níveis e identificar seus membros no México.
Detalhes da Apreensão
Além do fentanilo, a operação resultou na apreensão de 35 quilos de metanfetaminas, 7,5 quilos de cocaína, 4,5 quilos de heroína e 49 armas de fogo. Dezesseis pessoas foram detidas, todas em situação irregular no país. Salazar Amaya, que já havia sido deportado duas vezes, foi encontrado com milhões de dólares em dinheiro, mas sem drogas no momento da prisão.
Bondi ressaltou que não há interesse em deportar Salazar Amaya, afirmando que “não vamos negociar com quem está matando americanos”. As pastilhas de fentanilo apreendidas estavam disfarçadas como oxicodona, um analgésico potente, e poderiam ter causado um número incalculável de mortes se tivessem chegado às ruas.
A procuradora também mencionou que a quantidade de fentanilo confiscada é suficiente para matar milhões de pessoas. A operação é vista como um marco na luta contra o tráfico de drogas, especialmente em um contexto onde o fentanilo tem se tornado uma das principais preocupações de saúde pública nos Estados Unidos.
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