Ronaldo Caiado, governador de Goiás e pré-candidato à Presidência em 2026, afirmou que o presidencialismo no Brasil foi “destruído” e criticou a gestão de Lula, dizendo que ele não consegue governar bem. Durante uma palestra em São Paulo, Caiado destacou que as emendas parlamentares estão sendo usadas de forma inadequada e que o papel dos deputados e senadores deveria ser apenas aprovar e fiscalizar o Orçamento. Ele mencionou que o país enfrenta uma “desordem institucional” e que a figura do presidente está enfraquecida. Caiado também comentou que o uso político das emendas é culpa da gestão atual e que, apesar de ter lançado sua pré-candidatura, ainda precisa se destacar entre outros nomes da direita, como os governadores Tarcísio de Freitas, Ratinho Jr., Eduardo Leite e Romeu Zema. Ele não mencionou Jair Bolsonaro como uma opção, mas afirmou que está buscando apoio para viabilizar sua candidatura.
Governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República em 2026, Ronaldo Caiado (União Brasil), criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que o presidencialismo foi “destruído” no Brasil. A declaração ocorreu durante uma palestra na Fundação Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo, nesta segunda-feira, cinco de maio.
Caiado destacou a fragilidade do presidencialismo e a desordem institucional no país. Ele afirmou que o papel do presidente foi comprometido, com o Congresso Nacional assumindo funções que deveriam ser do Executivo. “Onde é que está a liturgia do cargo da Presidência da República? Acabou”, disse. O governador também criticou o uso de emendas parlamentares como moeda de troca, apesar de seu partido ser um dos principais beneficiários desse mecanismo.
O governador atribuiu a responsabilidade pela situação atual à gestão de Lula, afirmando que o petista não conseguiu governar adequadamente. “O Lula não deu certo”, afirmou Caiado, ressaltando que o ex-presidente não demonstrou o mesmo interesse que teve em campanhas anteriores. Ele acredita que o nome da centro-direita que avançar ao segundo turno em 2026 será o vencedor.
Caiado, que lançou sua pré-candidatura em março, reconheceu a necessidade de viabilizar sua imagem em meio a outros nomes da direita, como os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Ratinho Jr. (Paraná), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Romeu Zema (Minas Gerais). Ele não mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível, como uma opção. “Estou andando por esse Brasil todo para poder ter condições de viabilizar um programa de governo”, concluiu.
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