Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, falou sobre a situação de mulheres presas no Brasil, especialmente aquelas envolvidas nos eventos de 8 de janeiro de 2023. Ela comparou a pena de mulheres como Débora Rodrigues dos Santos, que foi condenada a 14 anos por vandalismo, com a de Adriana Ancelmo, que teve sua prisão revogada. Michelle questionou a desigualdade nas penas, pedindo anistia para mulheres que, segundo ela, não deveriam estar presas, como Vildete, de 74 anos, que está doente. Ao final, ela fez uma brincadeira com seu marido, chamando-o de “pipoca e sorvete”, em referência a um discurso que ele fez em inglês.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou sobre a situação de mulheres presas no Brasil, especialmente aquelas envolvidas nos atos de 8 de janeiro de 2023. Durante um discurso, ela criticou a desigualdade nas penas, comparando casos de mulheres condenadas com o de Adriana Ancelmo, ex-mulher de Sergio Cabral.
Michelle citou um voto do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que destacou a preocupação com a prisão de mulheres grávidas ou com filhos. Ela questionou a disparidade nas penas, mencionando o caso de Débora Rodrigues dos Santos, condenada a quatorze anos por vandalismo. “Por que a balança só pesa para um lado? Temos que exigir anistia já”, afirmou a ex-primeira-dama.
Além disso, Michelle mencionou o caso de Vildete, uma mulher de setenta e quatro anos com problemas de saúde, que está presa. “Quantas mulheres idosas estão presas e não podem estar em casa recebendo o atendimento devido?”, indagou. Ela elogiou Luiz Fux, que sugeriu uma pena menor para Débora Rodrigues.
Brincadeira com o Marido
Ao final de seu discurso, Michelle fez uma brincadeira com seu marido, chamando-o de “pipoca e sorvete” em inglês. Essa expressão se tornou popular após Bolsonaro fazer um breve discurso em inglês em um ato anterior. A ex-primeira-dama já é considerada uma possível candidata à presidência, caso seu marido não consiga reverter sua inelegibilidade.
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