O Movimento Brasil Livre (MBL) expulsou o vereador João Bettega, de Curitiba, por não seguir os princípios do grupo e se aproximar do bolsonarismo. Essa é a primeira vez que um parlamentar é expulso publicamente. Todos os assessores de Bettega pediram exoneração em protesto. Renan Santos, dirigente do MBL, confirmou a expulsão em uma mensagem, dizendo que Bettega ignorou os apelos do grupo e fez “vídeos idiotas”. O vereador, que tem 28 anos e foi eleito com mais de 12 mil votos, ficou conhecido por suas publicações nas redes sociais. O MBL criticou sua falta de compromisso com o mandato e sua postura em relação a questões locais. A decisão de expulsá-lo também foi influenciada por sua ligação com o bolsonarismo, que o MBL rejeita. Bettega ainda não comentou sobre a expulsão.
A coordenação nacional do Movimento Brasil Livre (MBL) anunciou, nesta quarta-feira, 7 de maio, a expulsão do vereador de Curitiba, João Bettega (União). Esta é a primeira expulsão pública de um parlamentar associado ao movimento em todo o Brasil. A decisão foi motivada pela infidelidade de Bettega aos princípios do MBL e sua aproximação com o bolsonarismo.
Todos os assessores de Bettega pediram exoneração da Câmara Municipal em protesto. O dirigente do MBL, Renan Santos, confirmou a expulsão em grupos de WhatsApp, afirmando que o ex-aliado “ignorou todos os apelos e chamamentos à razão”. Santos criticou a produção de “vídeos idiotas” pelo vereador e sua “vista grossa” sobre supostos crimes cometidos pelo PL em Curitiba.
Bettega, de 28 anos, foi eleito vereador no ano passado com mais de 12,3 mil votos. Ele ganhou notoriedade nas redes sociais, onde possui mais de um milhão de seguidores. Em uma de suas publicações, o vereador foi criticado por humilhar um adolescente com Transtorno do Espectro Autista. A nota do MBL descreveu sua atuação como “o caso mais insólito de traição e despreparo que já vi”.
A aproximação de Bettega com o bolsonarismo também influenciou a decisão do MBL. Will Rocha, coordenador do MBL no Paraná, destacou que, embora o movimento se posicione à direita, ele “execramos o bolsonarismo”. Até o momento, o vereador não se pronunciou sobre sua expulsão.
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