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Senadores aprovam sete diplomatas, mas evitam constrangimento a Pablo Cardoso

Comissão do Senado aprova sete diplomatas, incluindo Pablo Cardoso, sem discutir polêmica do desenho ofensivo. Indicação foi unânime.

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A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou a indicação de sete diplomatas para chefiar embaixadas brasileiras. Entre eles está Pablo Cardoso, que havia se envolvido em um incidente polêmico ao enviar um desenho ofensivo a uma colega. Apesar disso, o assunto não foi discutido durante a votação, e seu nome foi aprovado por unanimidade. O presidente da comissão, Nelsinho Trad, decidiu enviar perguntas por escrito aos diplomatas, incluindo algumas sobre o comportamento de Cardoso, que já havia sido investigado pela Polícia Federal e arquivado por falta de provas. Além de Cardoso, foram aprovados outros diplomatas para países como Timor-Leste, Panamá, Sérvia, Bélgica, Belarus e Azerbaijão.

A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou a indicação de sete diplomatas para chefiar embaixadas brasileiras em diferentes países. Entre os indicados, está Pablo Cardoso, que enfrentou polêmica por um desenho ofensivo enviado a uma colega do Itamaraty.

A aprovação ocorreu sem que os senadores abordassem o incidente do desenho de um “pênis alado”, que foi enviado por Cardoso em uma carta apócrifa. O relatório do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) não mencionou o episódio, e a votação foi unânime. O presidente da CRE, Nelsinho Trad (PSD-MS), optou por enviar perguntas por escrito aos diplomatas, justificando a falta de tempo.

Entre as indagações, algumas foram feitas por cidadãos através do site do Senado, aliviando Cardoso. As perguntas incluíam a motivação do diplomata para enviar a ilustração e se ele considera seu comportamento adequado para o cargo. O caso foi investigado pela Polícia Federal, mas arquivado pela Justiça por falta de elementos.

Além de Pablo Cardoso, foram aprovados os nomes de Ricardo José Lustosa (Timor-Leste), João Pereira (Panamá), Maria Clara Rada (Sérvia), Silvio Albuquerque e Silva (Bélgica), Júlio Cesar Laranjeira (Belarus) e Bernard Klingl (Azerbaijão).

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