A Sotheby’s de Hong Kong adiou um leilão de joias ligadas ao budismo após a Índia se opor à venda. As joias, que datam de cerca de 200 a.C. e foram descobertas em 1898, são consideradas patrimônio religioso e cultural da Índia. O Ministério da Cultura da Índia enviou um aviso legal pedindo a suspensão do leilão, alegando que a venda violava leis indianas e internacionais. Eles exigiram a repatriação das joias e um pedido de desculpas da Sotheby’s. A casa de leilões confirmou o adiamento, mencionando que isso permitirá discussões entre as partes envolvidas. As joias estavam associadas a relíquias do Buda e foram encontradas em um local próximo ao seu nascimento.
A Sotheby’s de Hong Kong adiou um leilão de joias associadas ao budismo primitivo após a intervenção do governo indiano. As joias, que datam de cerca de 200 a.C., foram descobertas na Índia em 1898 e são consideradas patrimônio religioso e cultural inalienável.
O Ministério da Cultura da Índia emitiu um aviso legal exigindo a repatriação das joias e um pedido de desculpas da casa de leilões. O governo indiano argumentou que a venda violava leis nacionais e internacionais, além de normas da ONU. A Sotheby’s, que inicialmente planejava realizar o leilão na quarta-feira, anunciou o adiamento em resposta às preocupações levantadas.
As joias, conhecidas como pedras preciosas Piprahwa, foram encontradas em reliquários que continham relíquias do Buda. O governo indiano destacou que uma inscrição em um dos caixões confirma que os itens são “relíquias do Buda, depositadas pelo clã Sakya”. A coleção inclui cerca de 1.800 pedras preciosas e folhas de metais preciosos, como ametistas e pérolas.
O aviso do Ministério da Cultura também alertou sobre possíveis ações legais caso a Sotheby’s não atendesse às demandas. A casa de leilões afirmou que o adiamento permitirá discussões entre as partes envolvidas e se comprometeu a fornecer atualizações sobre a situação.
Entre na conversa da comunidade